<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550</id><updated>2012-01-14T16:54:48.961-02:00</updated><category term='Fotos'/><title type='text'>CICLO ESCALADA ANDINA</title><subtitle type='html'>Vivência profunda através da mais incrível cadeia de montanhas do planeta</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-2163187918344372639</id><published>2010-06-01T19:36:00.001-03:00</published><updated>2010-06-04T12:49:50.497-03:00</updated><title type='text'>Travessia da carreteira Austral – De Villa O´Higgings a Bariloche</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-dd.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=2594073385400417501&amp;site=widget-dd.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2594073385400417501&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-dd.slide.com/p1/2594073385400417501/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2594073385400417501&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-dd.slide.com/p2/2594073385400417501/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2594073385400417501&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-dd.slide.com/p4/2594073385400417501/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despertei com algumas gotas de água no rosto, as primeiras luzes do dia mostravam um céu escuro e carregado. Iniciou-se uma fina e gelada chuva, que aceitei com tranqüilidade sabendo que ela me acompanharia durante toda esta travessia, nesta região que é uma das mais úmidas do mundo, tendo registradas precipitações de até 4.500 mm anuais. Seriam cerca de 1.500 km em plena cordilheira, através de remotas e desabitadas regiões, por vales profundos, altas montanhas, massas de gelo, lagos, enseadas marítimas e florestas densas, percorrendo alguns dos piores caminhos de até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era cedo quando peguei estrada e cheguei à vila O´Higgins, um pequeno e isolado povoado com seus 200 habitantes. Encontrei os amigos Maurício e Sara, dois gentis chilenos amantes da natureza que conheci e muito me identifiquei na travessia do lago O´Higgins. Pronto me chamaram à casa, a tomar algo quente neste gelado e chuvoso dia. Depois de muita conversa e um pouco de wiski para esquentar, me despedi e segui viagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podia acreditar na tamanha beleza deste lugar, montanhas nevadas, rios, brejos e lagos por todos lados, a vegetação de outono vermelha, laranja, amarela, verde, cachoeiras despencando dos penhascos sobre a estrada. Não me importava o lento avanço, as pedras do caminho, as subidas e descidas intermináveis, a chuva intermitente. Estava desfrutando intensamente de estar nestes preservados e maravilhosos confins das Américas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho era duro, a chuva seguia forte, e com ao grande frio que fazia era doloroso agüentar muitas horas diárias viajando, tardando três dias para percorrer os pouco mais de 100 km até o Porto Rio Bravo. No fim da tarde apontou a barcaça na enseada, e foi uma deliciosa sensação quando entrei na cabine com calefação. Necessitava secar minhas coisas que já estavam completamente ensopadas. Cruzamos o canal até Porto Yungay, 3 casas perdidas no meio do nada, onde somente viviam 3 militares. Por sorte na praia havia um galpão abandonado, que embora frio e molhado serviria para fazer um fogo e estar mais abrigado. Agradecia e dava imenso valor por ter encontrado um teto e sair debaixo da chuva, que já começava a me consumir psicologicamente. Mas ainda muito melhor que isso, foi o que se passou nos minutos seguintes, quando Raul, tripulante da embarcação, se acercou e me convidou a descansar em uma das casas que cuidava, com calefação, cama, cozinha, banheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não poderia me colgar, pois já vinha escasseando os mantimentos e ainda me faltavam 150 km de duros caminhos até o próximo povoado onde poderia me reabastecer. Descansei e sequei as coisas em um dia e mesmo com a chuva incessante e o frio, retornei a estrada. Com muito esforço e à base de farinha tostada, consegui alcançar Cochrane em dois dias, deixando as ladeiras do suspiro, do barreiras, a desembocadura de rio Baker com o mar e o monte San Lorenzo para trás. Sentia muito frio e novamente tinha tudo completamente molhado, mas pude contar mais uma vez com a solidariedade do querido povo desta zona, ao ser convidado a me abrigar no galpão da humilde casa do Sr. Julian. Coloquei uma roupa seca e sequei a molhada na estufa, tomei e comi algo quente. Passei o domingo com ele na função de buscar e preparar lenha, admirado como vive feliz e escutando mil e um causos, desde pouso de naves extraterrestres até de suas teorias. Contava que não sabia como os russos ainda não o haviam descoberto. Um personagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente amanheceu um lindo dia de céu azul com tudo branco pela forte geada, depois de quase dez dias sem parar de chover. Sequei o que faltava, comprei comida para o próximo longo trecho e segui caminho. Logo alcancei o sinuoso vale do rio Baker novamente, seguindo-o por sua margem impressionado com a paisagem, a sua cor turquesa, o vermelho intenso da vegetação, as montanhas nevadas. Passei o belo lago e o porto Berthrand, cruzei um passo e alcancei às margens do maior lago do Chile, o General Carreira. Se via a maior montanha da patagônia, o Cerro San Valentim próximo, e pelos intermináveis sobes e desces fui costeando o lago e atingi o pequeno povoado de Porto rio Tranquilo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se iniciou um longo trecho de bosques em regeneração, e onde não se havia transformado em campos, se via os indícios de um grande incêndio descontrolado que na década de 40 queimou por mais de 5 anos ininterruptos grande parte da patagônia. Por sorte alguns vales muito úmidos e de difícil acesso foram salvos do incêndio, e outros conseguiram se restabelecer, mantendo a exuberância da floresta, que se não fosse pelo frio podia-se confundir com o trópico quente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chuva que havia dado um dia de trégua retornou. Cruzei um alto passo nevado até atingir o vale do rio Ibañez e seu cemitério de árvores criado por uma recente e grande erupção do vulcão Hudson. Paredes perfeitas para escalada e ainda virgens estavam por todos lados, e formavam um lindo ambiente em contraste com o destacado cerro Castillo. Ao fim do dia alcancei a vila aos seus pés e o início do pavimento. Mais um alto passo com quase 900 m de desnível que estava todo coberto de neve, e estava dentro de profundos vales descendo em direção a primeira cidade maior desta carreteira e ponto de escalada, Coyhaique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o forte vento que soprava da pampa não consegui alcançá-la neste dia, mas antes que eu imaginasse estava sendo recebido na cidade pelos pais do grande amigo Hernan, como se fosse o neto que há muito tempo não retorna a casa. Estava na família sentindo o carinho e afeto que há muito tempo não sentia. Tinha um quarto, ducha quente, sopinha, pãozinho, comida, etc e etc da avó e à beira do fogão por todo o dia. Passei o dia das mães com a Senhora Maria e Sr. Hernan I, ela como que tendo um filho e eu uma mãe substituta. E pela segunda vez no ano pude falar com minha mãe verdadeira por telefone, uma alegria enorme.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Coyhaique acabei ficando quase uma semana, ajudando um pouco na casa e sempre me juntando com os novos amigos que havia feito, Richard, Paula, Yerko e . Num dos únicos dias que não choveu fomos escalar pela região e pude conhecer 2 sítios, o belo cerro Mackay com seu sólido basalto e os conglomerados de enseada, algumas vias boas e duras.&lt;br /&gt;Com a melhora do clima era hora de avançar e tentar a conclusão desta etapa, mais 800 km até Bariloche. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desci o vale do Rio Simpson, subi o do rio Miñihuales, onde me estourou um pneu, mas por sorte tinha um reposto. Tornei a “descer” o vale do rio Cisnes, onde tive sorte de chegar sem chuva, mas a grande umidade do ar molhava tudo da mesma forma. Cruzei o duro passo Queulat por entre montanhas e glaciares e quando me dei conta estava diante de uma grande enseada. Segui acompanhando-a e quando faltavam 10 km a porto Puyuhuapi o pneu estourou mais uma vez. O que fazer? Acabei empurrando a bici até o povoado, onde para minha infelicidade não consegui um novo reposto. O jeito foi improvisar, e com um grande manchão pude seguir viagem em direção a La Junta. Passei a noite abrigado da chuva no banheiro do Parque Nacional Queulat, abandonado nesta época do ano. Segui viagem e tudo parecia perfeito com o rápido avanço, mas quando parei para checar um ruído dei de cara com o pneu prestes a estourar novamente. Não me restou outra se não empurrar mais uma vez, abaixo de chuva e sem me poder me movimentar o suficiente para esquentar. Foram 20 km até La Junta, onde deixei meus últimos pesos chilenos em troca de um pneu.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em um dia mais estava chegando a território conhecido por onde passei a pouco mais de 1 ano atrás, Villa Santa Lucia. Mesmo abaixo de chuva, como no ano passado, estava muito contente de estar ali. Parei comer algo na mesma parada de ônibus e me congelei um pouco, mas logo estava colocando o corpo a se aquecer novamente. Passei o lago Yelcho e Porto Ramirez, e iniciei a travessia da cordilheira subindo o precioso e forte rio Futaleufú. Encontrei um abrigo da chuva e no dia seguinte estava cruzando a aduana para Argentina, e pela margem do rio Grande alcancei a conhecida Trevellin. As irmãs da igreja me deram um lugar para passar a noite e secar minha roupa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo passo era cruzar o Parque Nacional dos Alerces, região de encantadora beleza que já havia percorrido ano passado em sentido contrário. Mas quando estava a caminho não acreditei quando vi a casa móvel dos Ser Semillas (WWW.sersemillas.org), um centro de cultura itinerante que vem viajando pela patagônia fazendo um lindo trabalho, e com quem havia me cruzado várias vezes mais ao sul. Mas deste vez fui ao encontro deles e fui muito bem recebido por Vladec e pelas Paulas, com quem compartilhei as melhores conversas dos últimos tempos, em uma afinidade de ideais e visões incrível. Pronto fui convidado a subir a bordo e a viajar junto até El Hoyo de Epuyén, pouco mais de 100 km adiante. Não tinha como não aceitar viver esta onda por dois dias. Nem os problemas na camionete antiga diminuíam nosso humor, e nada que os parafusos que carregava na bici não fossem capaz de resolver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ritmo em que viajavam era mais lento que o meu em bicicleta, e chegando ao Hoyo decidi seguir o pedaleio. Não antes de conhecer o contato dos Ser Semillas na zona, a rádio comunitária FM Alas, e um pouco de sua história, repleta de boa música e em defesa do patrimônio natural de todos. Até uma rápida entrevista dei a rádio. Mas era hora de chegar ao fim desta longa etapa, e estava determinado há neste mesmo dia percorrer os 160 km que me afastavam de Bariloche. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um longo, molhado e gelado dia. Encontrei no caminho o alemão Michael, que com sua enorme e desorganizada bicicleta vem viajando a 4 anos pelo mundo (www.mike-on-bike.de). Subi parte do passo Steffens no maior papo com ele, até deixá-lo para trás quando caiu à noite. Já havia percorrido mais de 100 km e sentia as pernas cansadas, mas me sentia cada vez mais determinado em chegar neste dia, estar com os amigos, e não precisar mover-me no dia seguinte, custasse o que custasse. Por sorte a chuva acalmou depois de vila Marcardi. A enorme lua se destapou e iluminou o lago Mascardi e todas as montanhas cheias de neve da região, e cada vez mais motivado via a estrada ficar para trás. Entao alcancei o lago Gutierrez, desci a sua margem até vila dos Coihues, peguei a estrada antiga para o cerro Cathedral e não me acreditei quando caí no km 10 da Avenida Bustillo, às margens do grande lago Nahuel Huapi. Estava arrepiado por ter vencido este duro e último dia desta grande etapa em alto estilo, e antes que imaginei, às 9 horas da noite, em um estado lastimável, estava sendo novamente recebido no Hormigueiro, por Maty, Laura e Camila. Uma satisfação e um momento único, a recompensa por todo e qualquer sacrifício dos últimos meses. Um banho e uma comida quente e agora era só relaxar. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-2163187918344372639?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/2163187918344372639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/06/travessia-da-carretera-austral.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/2163187918344372639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/2163187918344372639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/06/travessia-da-carretera-austral.html' title='Travessia da carreteira Austral – De Villa O´Higgings a Bariloche'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-2271274953220422718</id><published>2010-05-30T20:28:00.003-03:00</published><updated>2010-06-04T12:46:44.777-03:00</updated><title type='text'>De El Chaltén pelo lago do Deserto e lago O´Higgins até o início da carreteira austral</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-1e.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=2810246167514029854&amp;site=widget-1e.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2810246167514029854&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1e.slide.com/p1/2810246167514029854/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2810246167514029854&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1e.slide.com/p2/2810246167514029854/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2810246167514029854&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1e.slide.com/p4/2810246167514029854/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o dia de céu azul era hora de partir. O tempo que tardaria até a subida do sufoco, parte da trilha do lago do deserto que é mais crítica para acúmulo de neve, seria suficiente para derretê-la um pouco e facilitar a passagem com a bici carregada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tardei algumas horas para percorrer os 50 kms do precioso caminho até o lago, parando a todo instante maravilhado com a paisagem, do Fitz Roy mudando de forma a ser visto dos mais diversos ângulos em contraste com os cristalinos rios da região. A ponte para cruzar a desembocadura do lago e atingir o início da trilha estava quebrada, e tive que cruzar por duas vezes com água na barriga o congelante rio. Os turistas encasacados até os olhos não acreditavam que eu estava me metendo aí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo consegui me aquecer e iniciar o caminho, que se mostrou já nos primeiros metros, com suas empinadas e obstruídas encostas. Tive que desarmar tudo e portear parte a parte toda a carga e bicicleta, quilômetro a quilômetro, me custando muito tempo e esforço. Logo o caminho se mostrou mais razoável para trekking, mas não muito para uma bicicleta carregada com mais de 50 kg de carga e equipos para escalada. Adaptei a logística carregando uma pesada mochila e a bici com o menos peso possível, e com a beleza do conservado bosque e da paisagem que se mostrava vez ou outra, fui avançando sem parar ganhando preciosos quilômetros. Já sentia que minhas forças se iam e sacava energia não sei de onde para vencer longas e acidentadas encostas. Entrei noite à dentro e completamente esgotado consegui cruzar a parte mais dura da travessia, encontrando um bom lugar para bivaquear, com não muita neve e à beira de um rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as primeiras luzes já estava em atividade, desvendando o caminho entre meio metro de neve acumulada. No início da tarde estava alcançando a praia do lago do deserto e a aduana Argentina. Agora faltavam mais 15 kms de trilha até a fronteira dos países e o início do caminho rodável, o qual alcancei no fim da tarde depois de cruzar várias vezes rios e brejos quase congelados. Um caminho sinuoso e com muita lama e mais um bivaque na selvagem floresta. Antes do próximo meio dia estava diante da imensidão do verde lago O´higgins, no único porto de milhares de quilômetros quadrados em um lago que praticamente não existe navegação. Por sorte em dois dias chegaria o último barco da temporada, era só descansar e desfrutar da beleza desta remota paragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí encontrei outros viajantes que chegavam, o brasileiro Leandro e um francês que andavam em bicicleta e um Israelita que vinha à pata. Nos juntamos todos abrigados na casita do porto. E então veio o barco, momento esperado pela família e os carabineiros que aqui vivem isolados, e tem essa como uma ocasião especial. Por pouco não fui deixado pelo capitão, que se mostrou intransigente na negociação da abusiva taxa para embarcar e que na realidade é custeada pelo governo. Para minha sorte e com a pressão dos meus novos amigos e dos tripulantes, cedeu no último minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acreditava que estava navegando neste lugar. Não bastasse só cruzar o lago para o outro lado, ainda o percorremos por todos os seus braços e entranhas, visitando cada um de pouco mais de meia dúzia dos isolados moradores, levando alimentos a seus animais para o início da crítica situação climática por está por vir. Fomos brindados com as mais lindas paisagens neste dia, e já não bastasse das montanhas e glaciares, ainda de um incrível pôr do sol patagônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcançamos terra novamente perto da ½ noite e alguns minutos estava instalado abaixo da primeira boa árvore que vi, à beira de um lindo braço do lago, para uma perfeita noite de sono. Me sentia contente e motivado, mesmo sabendo da dura fase que estava por vir, a travessia da dura carreteira austral. Era o próximo objetivo a se alcançar. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-2271274953220422718?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/2271274953220422718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/05/de-chalten-por-lago-do-deserto-vila.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/2271274953220422718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/2271274953220422718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/05/de-chalten-por-lago-do-deserto-vila.html' title='De El Chaltén pelo lago do Deserto e lago O´Higgins até o início da carreteira austral'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-1169697787804590802</id><published>2010-05-30T19:28:00.002-03:00</published><updated>2010-06-04T12:44:34.928-03:00</updated><title type='text'>As mais incríveis montanhas - por El Chaltén</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-68.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=2594073385400336744&amp;site=widget-68.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2594073385400336744&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-68.slide.com/p1/2594073385400336744/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2594073385400336744&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-68.slide.com/p2/2594073385400336744/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=2594073385400336744&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-68.slide.com/p4/2594073385400336744/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma linda tarde de fim de março, sol fresco e vento forte, cores intensas de principio de outono, vegetação amarelada contrastando com o azul turquesa do lago argentino. Deixava para trás e na memória El Calafate e os lindos momentos vividos aí. Estava focado no próximo grande objetivo e talvez o maior de toda esta jornada, alcançar as mais incríveis torres de granito do planeta, em El Chaltén, 225 km adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A motivação era intensa, seja pela boa onde de com quem estive nestes dias ou pelo sonho prestes a se realizar de estar diante da mais incrível manifestação da Terra. A lua cheia foi a energia extra para que sem perceber percorresse durante à noite mais da metade do caminho até o próximo destino. No dia seguinte, despertei de frente ao cerro Chaltén e Cerro Torre ao fundo do lago Viedma, não podia acreditar naquilo que estava vendo e vivendo. E esta paisagem foi o plano de fundo do largo dia, com as montanhas cada vez maiores, fazendo que o vento patagônico passasse despercebido diante de tamanho privilégio, e com os pêlos arrepiados e uma sorrisa larga eu alcançasse o povoado de El Chaltén perto da ½ noite. Uma linda dormida abaixo das estrelas na beira da ruta e estavam diante das magníficas montanhas banhadas pelo alaranjado sol do amanhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui recebido pelos amigos bardos Juan, Luquita e Mudo em Aires Patagônicos, e depois de compartilhar conversas, histórias e informações entre uma cerveja e outra, estava instalado no que seria minha morada durante quase 1 mês, uma linda gruta de pedra com vista privilegiada do vale do rio de Las Vueltas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco de tentativas de duros e lindos bolders e iniciei minha busca por parceria para subir e tentar alguma escalada pelas imponentes paredes das agulhas. É sempre um tema encontrar companheiro para escalar, ainda mais em um ambiente com tanto comprometimento e además em fim de temporada. Realmente me custou, mas num dia de caminhadas pelas lagunas conheci Assier, um Basco que viajava fazendo trekkings pela patagônia. De imediato aceitou meu convite a me acompanhar às montanhas, e por sua pouca experiência nestes ambientes, caberia a mim encabeçar as cordadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro tema de escalar na patagônia é o clima instável, onde as situações podem mudar do céu para o inferno em questão de minutos, com temporais que impedem qualquer ação e que já cobraram a vida de diversos escaladores. Mas antes do imaginado a neve e chuva deu lugar a um céu azul e calmo, e com a mochila com menos do necessário pronta já estávamos na ruta, e depois de uma bem vinda carona, caminhando rumo ao bivaque pedra negra. Aproximamos rápido e no fim da tarde estávamos diante das monstruosas paredes do Fitz, Mermoz e Guillomet, a qual seria nosso primeiro objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me sentia como que possuído, numa mentalização muito forte da grande empreitada que estava por vir, aproximar e escalar os 600 metros de parede da via Founrouge, que conta com passos de até 6b+ em condições ambientais críticas. Pouco consegui dormir, e às 5 hrs da manha estava despertando meu companheiro. As condições de fim de temporada não eram nenhum pouco favoráveis, e até a base da parede tivemos que nadar na neve, que às vezes chegava na cintura e nos empapava por completo. Alguns largos de escalada mista em tênis e alcançamos rocha mais perfeita, mas com as fissuras difíceis de ser encontradas em meio a tanta neve. O sol começou a esquentar e a derreter a neve e o gelo, molhando o que ainda permanecia seco e despejando as estalactites que até então estavam colgadas às alturas. Seguia inspirado e guiando sem pensar, largo a largo, não me lembrava ou me importava dos dedos congelados, com a escalada em rocha molhada, do pesto que se armava no horizonte. Estava em um transe onde só me importava ir para cima, tudo fluía perfeito e me sentia mais forte do que nunca, como que se tivesse com uma armadura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Assier não se sentia nenhum pouco à vontade com a grande exposição que estávamos, e depois de insistir acabamos desistindo de alcançar o cume. Baixamos rapidamente e ainda era dia quando alcançamos o bivaque, um pouco frustrado mas feliz de ter provado tão intensa sensação, do poder que estas montanhas exercem sobre a mente sintonizando-a com o corpo do humano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baixamos e no outro dia estava de volta à minha morada e desfrutando do dia de meu aniversário escalando vias esportivas e em tradicional ao redor do povoado. Felicidade absoluta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prognóstico do clima apontava para uma melhora climática para os próximos dias e de imediato os planos estavam traçados, ousar tentar a escalada do linda “Claro de Luna” na agulha Saint Exupery, 800 metros de escalada perfeita. No outro dia estávamos partindo em mais uma longa jornada de aproximação. Cruzamos as tirolesas da laguna e o vidroso glaciar torre. O magnífico Cerro Torre se via perfeito e tranqüilo, como que descansando em seu trono e dando a licença para passarmos. Depois da longa travessia da morena estávamos instalados na beleza do bivaque Polacos. Aproveitamos a luz para reconhecer a delicada trepada até o pé de via e portear os equipamentos, facilitando a aproximação noturna do próximo dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 6 horas da manha estávamos em marcha e facilmente chegamos ao pé de via, tardando muito menos do imaginado e chegando em plena noite, já que nesta época o dia começa a clarear pelas 9 horas da manha. Dormimos um pouco e quando iniciou a penumbra começamos a escalar. Mais uma vez e agora com mais intensidade sentia uma sensação rara, uma força interna muito forte que me ligava com esta montanha. Já fazia tempo que havia esquecido meu nome ou quem eu era, os porquês da vida, o orgulho. Não pensava. Estava completamente focado e hipnotizado pela ascensão que estava realizando, e cada movimento era perfeito. Largo a largo ia limpando as fissuras de gelo e neve, protegendo, esquivando as pisadas da água e avançando como se fosse um ambiente há muito conhecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estávamos alto quando o Cerro Torre ganhou seus primeiros raios de luz e tudo que estava abaixo de nós ganhou dimensão. Junto começaram a surgir as dúvida de meu companheiro que não sentia esta mesma sensação e não conseguia desfrutar disto que estávamos realizando. Quis baixar e depois de resistir por alguns largos acabei cedendo. Desta vez não pude desfrutar da sensação que uma escalada alpina, ainda mais deste porte, é capaz de proporcionar ao espírito, quando corpo, mente e alma trabalham em perfeita sincronia para superar os cansaços físicos e mentais. Mas por outro lado estava feliz de estar ali naquele momento, nas altas entranhas daquela montanha, um lugar mágico e muito intenso, que parecia difícil de acreditar que era de verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custava entender que logo estaria de volta ao bivaque sem ter ido mais à fundo, mas a sacada dos cordines recém beck-upeados durante um rapel, não deixaria de dar uma mostra do que uma escalada como esta envolve. Por sorte e utilização de técnicas apropriadas, em algumas horas estávamos de volta ao bivaque em segurança, logo empreendendo o longo retorno ao povoado que nos tardou 10 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabia que estava terminada definitivamente a temporada e as tentativas de grandes escalada, mas estava satisfeito com todas as sensações e lições que estas incríveis montanhas haviam me proporcionado. Um mito que se quebrou e tornou-se realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas escaladas esportivas e de bolders e se terminou a temporada. Abrigado em minha morada pude observar durante dias o simples, silencioso e lindo cair da neve, entre algumas aparições da lua e das estrelas. Era como a despedida, e agora sentia que seguir o caminho era o que devia fazer e era isto que me atraía mais que nada, bastava esperar pacientemente a hora de partir.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-1169697787804590802?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/1169697787804590802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/05/as-mais-incriveis-montanhas-por-el.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/1169697787804590802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/1169697787804590802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/05/as-mais-incriveis-montanhas-por-el.html' title='As mais incríveis montanhas - por El Chaltén'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-4215147426093096562</id><published>2010-03-25T22:52:00.004-03:00</published><updated>2010-05-30T18:53:06.375-03:00</updated><title type='text'>Escalada por El Calafate e O Glaciar Perito Moreno</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-1c.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=2882303761549212444&amp;amp;site=widget-1c.slide.com" style="width:400px;height:320px" name="flashticker" align="middle"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div style="width:400px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2882303761549212444&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1c.slide.com/p1/2882303761549212444/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2882303761549212444&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1c.slide.com/p2/2882303761549212444/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;amp;at=un&amp;amp;amp;id=2882303761549212444&amp;amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1c.slide.com/m/2882303761549212444/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;at=un&amp;id=2882303761549212444&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-1c.slide.com/p4/2882303761549212444/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em um tempo da sociedade moderna onde os valores estão cada vez mais destorcidos e mascarados por riquezas que não nos levam a nada. As pessoas não cultivam mais e até esqueceram as maiores riquezas da vida. Esqueceram a natureza, que fornece tudo que necessitam, esqueceram a amizade, que gera harmonia e esqueceram a família, que traz a união e paz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se precisa e que vemos quem são os verdadeiros amigos, devemos guardá-los no lado esquerdo do peito - aprendendo com a intuição, com um simples “olhar” e  compartilhando o que temos e os momentos vividos. Com este espírito fui recebido carinhosamente em El Calafate por Cardobês e pelos amigos Cuencas: Nico, Ramiro, Dani e Andy como um irmão de longa data que retorna ao lar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um longo tempo vivendo quase como “selvagem” pelos caminhos dos Andes, estava novamente abrigado das intempéries em uma casa e com o conforto dos amigos. Uma ducha quente, uma cama, cozinhando em um fogão, sentado em uma cadeira... Muitas histórias vividas, risadas e conversas entre umas cervejas e outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava na bela e singular El Calafate. Cidade perdida em meio do desolado pampa da patagônia argentina banhada pelo azul turquesa do imenso lago e guardada por cerros, como o Calafate. A cidade que hoje têm 30.000 habitantes - há 30 anos era uma vila com suas mais de 20 casas. Habitavam o local umas poucas famílias de gaúchos em suas estâncias e compartilhava o lugar com os índios que viviam ali em covas de pedras há séculos. Ainda hoje é possível encontrar registros em desenhos em covas existentes na região. Estes índios foram induzidos ao “processo de civilização” depois de centenas de anos vivendo em harmonia com a natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira missão na cidade foi encontrar companhia para desfrutar das escaladas já que meus amigos Cuencas vinham trabalhando como loucos guiando turistas pelo glaciar Perito Moreno. Este glaciar de impressionante magnitude e beleza é a terceira maior massa de gelo do planeta. O campo de gelo sul, tornou Calafate na cidade que é hoje. O turismo sacou e vem sacando a oportunidade e tirando os valores das pessoas, que não mais tratam o próximo como um ser humano e, sim uma oportunidade e fonte para ganhos. Cada um por si, uma torre de babel. A ajuda ao próximo ou um simples saudar são gestos há tempos esquecidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vindo de lugares onde o tratamento, a amizade, o companheirismos ainda são importantes, minhas energias espirituais foram pouco a pouco consumidas. Nada que dois dias de bolders en La Chala, aos pés do árido cerro Calafate, não fossem capazes de trazer de volta. Depois de provar alguns duros problemas, a companhia dos amigos, as noites de cerveja, pizzas, massas, tortas após seus expedientes complementava a que faltava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então veio a folga de Nico, estava motivado como uma criança e junto com Marcos e Carlos fomos às paredes do cerro Comissión. Escalamos talvez as vias mais lindas do local: rochas arenítica exuberante, diedros que exigem cuidados para se movimentar e que não te permitem sair do piso, fissuras perfeitas para colocar ferros e obrigam atenção redobrada no posicionamento em suas placas. Dia perfeito para escalada mesmo com o forte vento e frio. Nestas condições, cabeça e corpo entram em sintonia com a alma fazendo-o sentir o prazer de escalar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta à cidade, a vontade de voltar a escalar era ainda maior. Quando encontrei parceiro não pude voltar ao cerro Comissión, em razão do preço de transporte estava abusivo - é difícil acreditar que você realmente está na América do Sul. Mesmo assim, segui na busca de novos parceiros, porém sem sucesso. Em compensação encontrei a boa onda de Jaime e da Cueva, ponto de encontro e parada de escaladores que vem realizar empreitada nesta região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então voltei ao próximo objetivo de estar aqui, ou seja, ver de perto e sentir toda magnitude do impressionante glaciar Perito Moreno. Bem que os amigos Cuencas tentaram de todas as formas conseguirem um meio para eu conhecer esta expressão da natureza. Infelizmente a máquina de sacar dinheiro não permitiu fazer nada. Então agi por conta própria e depois de um dia lutando por 80 km contra o forte vento através da costa do lindo e verde lago Argentino, estava diante dos morros. Agora, a nova missão era convencer a portaria do parque, serviço administrado por concessionário, a me deixar ingressar sem pagar a abusiva taxa de $80,00, ou ao menos pagar $ 70,00 como residente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os funcionários da concessionária que cuidam da portaria não deram a menor atenção às condições da viagem que eu realizava, muito menos pelo dia ventoso que enfrentei. Por eles daria meia volta e retornaria. Claro que contra isso eu usaria de métodos não convencionais. Não é possível ou concebível que um glaciar de milhões de anos e declarado como patrimônio da humanidade, seja restrito a elite. Por sorte existem guarda-parques com clara noção de conservação e em poucos minutos resolveram o problema – concederam-me um passe de isenção, inquietando os desinformados e sacanas porteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim estava dentro do Parque Nacional de Los Glaciares seguindo o canal dos Tempanos, um braço do lago Argentino metido na cordilheira. Foram mais 30 km de estrada de concreto de impressioar qualquer um, uma estrutura invejável até diante das melhores rodovias federais. Embora minhas queixas, por outro lado se tornaram entendíveis as abusivas taxas de ingresso. No caminho, encontrei Luis, um simpático ciclista argentino que está percorrendo todos os Parques Nacionais Argentinos &lt;a href="http://www.cicloviajes.com/patago4.html"&gt;http://www.cicloviajes.com/patago4.html&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de dar de frente com o glaciar e cansado de um longo dia de atividade me meti ilegalmente na floresta à beira de um lindo rio. Sorte que estava com o fogareiro emprestado pelo Nico que me salvou a vida e pude cozinhar uma rica comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então veio a luz do dia, e agora meu objetivo era subir os 1500 m de altitude do cerro Buenos Aires. Desvendando o melhor caminho em meio aos espinhentos calafates e todo furado alcancei o arenoso e nevado Filo Cumbrero. Deste local tem-se uma espetacular e única vista das nevadas montanhas da região e do majestoso glaciar Perito Moreno. Mais alguns minutos alcancei o pontiagudo, exposto e pouco ascendido cume e com o frio congelante me custou começar a descida. Depois de algumas horas desvendei um caminho que me levou de frente ao glaciar. Neste local tem um sistema de passarelas de primeiro mundo e te coloca de frente com os mais diversos ângulos desta grande expressão da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seguinte dia fui convidado pelos amigos Cuenca a fazer uma caminhada de 7 horas sobre o glaciar - para quem paga custa em torno de $ 700,00. Esta caminhada deixa as pessoas que vivem na cidade muito impressionada. Um mundo desconhecido com lagunas de um azul impressionante e sumidouros sem fim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive com um grupo de turistas que logo souberam da jornada que estava realizando, inclusive estava no grupo um brasileiro chamado Max. Cruzamos o canal de volta dentro do potente barco, tomando todo wiski e comendo todos os alfajores que podíamos. Em terra estava montado na bicicleta de novo. Feliz com o lindo dia e energizado pela amizade, somado com o alcool, refiz o caminho de 80 km em pouco mais de 2 horas. Impressionante como a boa onda gera motivação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um dia de descanso e uma noite de festa, senti que era hora de partir. À luz do entardecer, seguida pela luz da lua, com a energia carregada e na mente as mais impressionantes demonstrações da natureza. Como se estivesse em transe, quando percebi já tinha passado da meia noite e percorrido mais de 100 km sobre a bici. Realmente é impressionante o poder que a Terra e a natureza em harmonia exercem sobre nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-4215147426093096562?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/4215147426093096562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/escalada-por-el-calafate-e-o-glaciar.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4215147426093096562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4215147426093096562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/escalada-por-el-calafate-e-o-glaciar.html' title='Escalada por El Calafate e O Glaciar Perito Moreno'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-6258027964162443483</id><published>2010-03-25T15:10:00.010-03:00</published><updated>2010-03-27T21:37:08.400-03:00</updated><title type='text'>Sul do continente americano – De Punta Arenas através das Torres Del Paine até El Calafate</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-b5.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=2522015791359644853&amp;amp;site=widget-b5.slide.com" style="width:400px;height:320px" name="flashticker" align="middle"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div style="width:400px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2522015791359644853&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-b5.slide.com/p1/2522015791359644853/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2522015791359644853&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-b5.slide.com/p2/2522015791359644853/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;at=un&amp;id=2522015791359644853&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-b5.slide.com/p4/2522015791359644853/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui recebido no porto de Punta Arenas por Andrés como se fosse amigo de longa data. Depois de um “city tour” pela bela cidade, uma visita ao mirante e ver a Terra do Fogo perder suas fortes cores laranjadas pelo dia que se findava e que deu para entender um pouco do porque do seu nome, fomos à sua casa, brindamos uma rica cerveja e um jantar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na bicicletaria de Cláudio fui recebido muito bem e não precisei fazer nada. Trocou quase todos os raios num trabalho muito profissional, uma ajuda para a minha viajem. Como o vento soprava em torno dos 100 km/h, aproveitei o convite de Andres para descansar mais um dia em sua casa. Mas o conforto logo acabou e fui dar a cara ao vento, que em alguns momentos me impediu de avançar - às vezes passando horas pedalando a 3 a 4 km/h. Empurrar era impossível. O vento seguiu impiedoso por dias através do desolado pampa, como que me colocando à prova: Estava realmente disposto  enfrentar tudo isso? Quando reagia com bravura e sangue nos olhos, era tirado ao chão. Passei a buscar um meio termo entre desmotivação e excesso de forca de vontade. Com muita paciência alcancei Porto Natales. Passei de largo, depois de sentir a indiferença e contaminação das pessoas, onde o turismo acabou com verdadeira essência da convivëncia e passam a se preocupar mais com o dinheiro a um simples saudar ou, um sorriso no rosto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o vento já estava forte durante estes dias, não sabia o que estava por vir nesta tarde - um vendaval que facilmente superavam os 100 km/h com rajadas que impossibilitavam manter-se em pé. Depois de vencer 12 km em 3 horas, parei ao escurecer em uma Estância para tentar me abrigar. Fui recebido com amabilidade pela família do Oliver e prontamente me serviram uma seqüência de saborosas comidas à beira da calefação. Até eles que vivem nesta zona de ventos estavam assustados com sua fúria neste dia. Custou-me ir-me embora, mas a vontade de chegar as Torres Del Paine superou qualquer necessidade de descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da impossibilidade de progredir com os ventos furiosos e somados as tormentas, tive que me abrigar num belo bosque encontrado a beira do lago Porteño. Neste ótimo lugar aproveitei para descansar e concentrar energias. Mais uma vez voltei ao modo antigo, cozinhando com fogo quando o clima ou o lugar permitia. Para completar, depois de todos os problemas possíveis meu fogareiro não funcionou mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um dia parado necessitava entrar em ação novamente e assim o fiz, mesmo com chuva, vento e o grande frio. A idéia era entrar à noite no Parque Nacional das Torres Del Paine. Tentei esperar o pessoal da portaria sair, para me livrar de pagar a taxa abusiva de $ 15,00 (R$ 75,00). Não suportando o frio e depois de estar parado por muito tempo, fui assim mesmo com todas as desculpas na cabeça. Mas no estado em que cheguei, completamente ensopado, tremendo de frio e lutando com um vento alucinado, qualquer ser com o mínimo de coração me deixaria passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custei ainda para chegar ao primeiro lugar onde poderia me abrigar, e às nove da noite, doído de tanta câimbra de frio, alcancei um bosque em meio ao inóspito pampa, onde os carabineiros me ofereceram um chá quente e me permitiram acampar irregularmente por ali, sem poder fazer fogo. Depois de comer qualquer coisa passei à noite segurando a barraca para não voar com o vento e chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chuva deu sua trégua. Com roupas molhadas, frio e vento pude avançar contornando lagos, montanhas, em meio a animais selvagens e flora adaptada ao vento e uma paisagem deslumbrante. Quando a natureza nos coloca no nosso lugar se pode sentir com intensidade toda a nossa pequenez - uma forma de viver, impossível de descrever. Depois de muitas caminhadas e muitas horas de contemplação a um dos maiores espetáculos da Terra e admirar as monstruosas torres de granito, era hora de agradecer por todo este privilégio e ter sentido tudo isso na sua essência e partir.  Infelizmente a rigorosidade chilena dificulta qualquer tentativa de ascensão a estas grandes paredes. Um dia ainda voltarei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre tanta "mala" onda onde o turismo retira o valor interno das pessoas encontrei bons corações neste trecho do caminho - seja para me abrigar abaixo de um teto, cozinhar num fogão, ou compartilhar uma simples conversa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pude cruzar o inabilitado passo Zamora para ir a El Calafate, na Argentina, que estava a menos de 100 km. Tive que dar uma volta de mais de 300 km numa luta árdua com o vento, muitas vezes sendo impossível se manter em pé e muito menos manter a bici. Foi aí que recebi um presente dos céus por tanto sacrifício, que num belo dia o vento me empurrou, em alguns momentos a mais de 50 km/h percorrendo 170 km em 7 horas por inóspitos desertos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a felicidade estampada no rosto me dirigi a El Calafate e a casa do amigo Jorge Cordobês, onde enfim poderia descansar o corpo e a alma. Depois de 100 km a toda potência cheguei, não sem antes parar por quase hora, para apreciar emocionado a primeira vista do que para mim é a maior montanha do mundo - o grande Fitz Roy.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-6258027964162443483?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/6258027964162443483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/sul-do-continente-americano-de-punta.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/6258027964162443483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/6258027964162443483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/sul-do-continente-americano-de-punta.html' title='Sul do continente americano – De Punta Arenas através das Torres Del Paine até El Calafate'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-909653408555137095</id><published>2010-03-25T13:39:00.001-03:00</published><updated>2010-03-25T14:55:27.822-03:00</updated><title type='text'>Entre escaladas no começo do mundo à travessia da áspera Tierra Del Fuego</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-8c.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=2882303761549196428&amp;amp;site=widget-8c.slide.com" style="width:400px;height:320px" name="flashticker" align="middle"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div style="width:400px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2882303761549196428&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/p1/2882303761549196428/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2882303761549196428&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/p2/2882303761549196428/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;at=un&amp;id=2882303761549196428&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/p4/2882303761549196428/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muitos dias, mesmo quando se conta com meios modernos de locomoção, estava em Ushuaia, diante do incrível canal de Beagle, além do extremo sul do continente americano. Fui recebido com muita chuva, frio e vento, característicos desta região, que se não fosse pela sapiência humana a tornaria impossível a sobrevivência humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas logo tive o privilégio de receber as ótimas vindas - o sol apareceu e demonstrou a grandiosidade deste lugar, formado e deformado há milênios por força internas da terra e pelos glaciares que cobriam tudo. Logo conheci os escaladores Pepe e Lucho e de imediato fui convidado ao aconchego da casa de sua querida família para comer pizzas,  tomar cervejas e abandonando o gelado bosque que foi a minha primeira morada. Sebastián logo se juntou a nós e no outro dia já estávamos escalando no vale de La Tatta na presença do grande monte Oliva, lindas vias desplomadas em basalto muito bem encontradas pelos aberturistas em meio à grande quantidade de rochas podres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro dia nos dirigíamos ao Parque Nacional de La Tierra Del Fuego, restrito a elite,  onde foi necessário utilizar de técnicas a “La brasileira” para driblar as abusivas taxas de entrada de um patrimônio da humanidade que deveria ser acessível a todos os amantes da natureza,. Logo estávamos em Ensenada e de aí a preciosa Bahia Cucharita, depois de certo dificuldade para cruzar com as bicis a acidentada escarpa que dá acesso. Aí me deparei com a forca de vontade de Pepe, um jovem forte e motivado de apenas 17 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo estávamos instalados aos pés das paredes magmáticas, bebendo água de brejo e nos cagando de rir. Os ventos uivantes, os chuviscos e duro frio não nos impediram de escalar dois dias a pleno, vias esportivas realmente belas de até 6c+ (grau máximo no setor), algumas com seqüência de quatro pequenos tetos e muito exigentes aos bracitos desacostumados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo estávamos de volta ao calor da casa desfrutando de um belo assado de cordeiro preparado por Negro, pai de Pepe. Era hora de partir e depois de um belo carregamento de mantimentos, aproveitando a zona livre de muitos impostos, estava serpenteando entre às imponentes montanhas. Não deixei de aproveitar a escalada existente no caminho: a incrível pedra barco setor de bolders incríveis. À noite Pepe e Seba se juntaram a mim e passamos parte do dia seguinte provando variadas linhas, algumas encantadoras, que desta vez não permitiram a ascensão, mas que valeram por deixar a beleza e a pureza da escalada gravadas na mente e nas juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um abraço de despedida nos separamos, eu ao norte e eles ao sul de volta a Ushuaia. O belo sol repentinamente deu espaço a uma incomoda e fria chuva. Logo venci a longa encosta e o passo Garibaldi, não sem antes parar a ser saudado por Kayo (www.kayenaventura.com). Além do passo se descortinou o imenso lago Fagnano. Segui ate seu fim para relaxar a beira da laguna Del Índio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento, enfim e infelizmente, deu sua cara tornando a pedalada dura e o avanço lento, em alguns momentos a menos de cinco km/h, mas com a recompensa de estar diante do encantador oceano atlântico e sua desértica costa. Quando se iam às forcas começou uma luta infernal com o corpo - uma enorme estância chamada Viamonte apareceu no horizonte, lugar para conseguir água e preparar uma comida recompostora. Prontamente fui recebido por Tomas, um dos encarregados, que depois de colocar no lixo um cachorro do mato morto por uma pedrada me levou ao refeitório onde fui amavelmente recebido pelo cozinheiro Antônio e pelos autênticos gaúchos que jantavam um bom guiso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aparência e vestimentas demonstravam a fidelidade à tradição, bombachas, botas, coletes de lã, lenços no pescoço, boinas na cabeça. Com humildade e com a aparência desgastada de um largo dia, logo conquistei respeito até dos olhos analistas e do olhar profundo de um dos capatazes. Melhor ainda do imaginado, logo me mostraram uma enorme casa onde eu poderia passar à noite, onde havia lenha para aquecer, água quente para tomar uma ducha - uma das primeiras do último mês, que não em gélidos lagos. Aí fui e encontrei um espaço abaixo da torneira, em meio a porcos e cordeiros recém mortos e sangue por todos os lados. Mas foi um delicioso banho de torneira ao som da agonia de porcos sendo mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma noite calorosa à beira do fogão, acordei com as primeiras luzes do dia e logo estava na estrada avançando ao norte pela Ruta 3. Enfim saí do pavimento dobrando na desconhecida Ruta b, em direção ao passo de fronteira Bellavista. Um, dos três carros que passaram por mim durante o dia, me disseram que hoje era meu dia de sorte e que, era para aproveitar o ameno vento que sempre é de romper a cabeça por aqui. Enormes Condores me acompanhavam de perto pelo desolado caminho através do pampa. Logo se descortinou no horizonte a beleza dos nevados da cordilheira Darwin como do grande monte Sarmiento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcancei depois de um largo e duro dia chegar à aduana, onde a Gendarmeria (polícia federal argentina) só faltou me receber com festa, pois era um dos primeiros a passar por aqui nos últimos dias. Falou-me que me carimbava o passaporte de saída da Argentina se eu pudesse cruzar o rio com quase 1 metro de profundidade e limite com Chile. Disse que voltar não iria e assim me timbrou, se despedindo como alguém que não vê gente há muito tempo. No Chile, no pampa Guanaco, Camelídeos vivem em grandes manadas. Fui recebido com a mesma cordialidade - café quente e pão com ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde o insólito pampa dava lugar a floresta surgiu Russfin, um pequeno povoado com meia dúzias de casas, a metade em ruínas à beira de uma serraria com aparência próxima extinção. Vi um senhor sentado, aproveitando o pouco calor do sol, aparentemente raro por aqui. Fui-lhe pedir água para cozinhar à noite e custou a entender de onde eu vinha. Com somente um olho, o outro provavelmente afetado por seu duro trabalho, se levantou e sem dizer uma palavra meteu o bidom num grande barril, com quase mais moscas que água, e o encheu. Muito agradecido segui, e os poucos bosques que encontrei para me abrigar do forte vento e da chuva que se armava, estavam cercados, assim como as raras casas sempre abandonadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo de chuva alcancei a Bahia Inútil e Camerón, que como cidade só existe no mapa. Segui passando por algumas estâncias abandonadas e lutando com a aspereza do clima, correndo contra o tempo para alcançar tomar o último barco que sairia em dois dias do povoado de Porvenir. Enfim, a muito custo e madrugando, com meia dúzia de raios da roda traseira rompidos, cheguei 3 horas antes de zarpar. Aproveitei o pouco tempo e aceitei o convite de um beudinho, Sr. Luis Mario, para comer uma carne gelada em sua humilde casa. Emocionando ao final, além do vinho, por ter alguém para fazer companhia por um momento sequer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei ao porto alguns minutos antes do barco partir, realizado e me sentindo mais vivo do que nunca. Diante das grandes provações que me dispus a enfrentar perante a natureza bruta desta região, recompensado pelos mais belos e simples presentes da vida, desde um abraço de um amigo ate a beleza desta paisagem encantadora. Depois de terminada a travessia da ilha da Terra do Fogo, entramos no segundo ano sobre a bicicleta e mais de 11.000 Km percorridos, sentindo cada vez mais forte esta energia inexplicável e arrepiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tive o privilégio de conhecer na travessia dois motoqueiros de Buenos Aires e também Fernando, que está assumindo com muito profissionalismo a pesqueira de seu pai, em Porvenir. Este, em poucos minutos, me conseguiu um lugar para descansar em Punta Arenas e onde consertar a roda da Negrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tardamos quase 3 horas para cruzar o passo largo do estreito de Magalhães, enfrentando vento forte e um agitado mar de azul profundo com suas grandes ondas - imaginando como foi cruzar este longo estreito sem passar pelos mares mais bravios do mundo pelos primeiros que se meteram aqui com seus rústicos barcos. Isto numa época quando tudo isso aqui era mais selvagem, onde haviam somente índios que, “sabe-se lá” como chegaram aqui para habitar com muito custo estas terras. Assim a ilha da Terra do Fogo (ou do vento) ficou para trás, deixando uma rica experiência e aprendizado que para sempre estará gravada na mente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-909653408555137095?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/909653408555137095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/entre-escaladas-no-comeco-do-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/909653408555137095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/909653408555137095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/entre-escaladas-no-comeco-do-mundo.html' title='Entre escaladas no começo do mundo à travessia da áspera Tierra Del Fuego'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-4818231715960582610</id><published>2010-03-22T00:20:00.022-03:00</published><updated>2010-03-25T13:38:30.095-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>A caminho do mundo austral</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-fc.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=bb&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=2882303761549194492&amp;amp;site=widget-fc.slide.com" style="width:400px;height:320px" name="flashticker" align="middle"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div style="width:400px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2882303761549194492&amp;amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-fc.slide.com/p1/2882303761549194492/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;amp;at=un&amp;amp;id=2882303761549194492&amp;amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-fc.slide.com/p2/2882303761549194492/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=bb&amp;at=un&amp;id=2882303761549194492&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-fc.slide.com/p4/2882303761549194492/bb_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes nos perguntamos quais as razões que nos levam ao desconhecido limite de nossas capacidades físicas e psicológicas. Na maioria parecem incompreensíveis, mas se nos adentrarmos a nossa essência interior começamos a perceber que os motivos, que nos faz cada vez mais estar nesta busca árdua, vão alem da nossa intuição ou do destino de nossas vidas e, nos coloca diante dos mistérios e da beleza da vida, que  faz o sangue correr, os pelos se arrepiarem, as lagrimas caírem e o coração bater forte, nos fazendo sentir mais vivos do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que decidi me lançar no prosseguimento desta grande e árdua empreitada através das terras mais selvagens e impressionantes da America do sul, percorrendo  solitário e de bicicleta os mais remotos caminhos possíveis de toda a extensão da cordilheira dos Andes, escalando a maioria das paredes rochosas e montanhas desta monstruosa cadeia - sem nenhum apoio logístico, o mínimo recurso econômico e carregando todos os equipamentos e viveres necessários, que muitas vezes chegam a pesar mais de 80 kg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o apoio da família, de amigos, uma ajuda de custo e de equipamentos da equipe do &lt;a href="http://www.territorioonline.com.br/"&gt;Território mountain shop&lt;/a&gt;, novos e exclusivos alforjes e mochila do &lt;a href="http://www.altoestilo.com"&gt;Alto Estilo &lt;/a&gt;e Alpamayo confeccionados nas horas de folga por Chiquinho e Chica, de novas peças e um afiado trato na Negrita madrugada adentro por Ivo Siebert e o pessoal da Pedale bikes, não havia mais retorno. Depois de algumas semanas de intensa correria, estava embarcando rumo a Patagônia e a America austral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 3 dias, depois de cruzar o sul do Brasil e o pampa Argentina, estava pisando em Bariloche para encontrar com os amigos e irmãos de alma, Turco e Flori, e juntos irmos desfrutar as mais belas e incríveis escaladas nas Agulhas e figuras perfeitas do Cerro Cathedral. No  &lt;a href="http://www.hormigaindumentaria.blogspot.com/"&gt;Hormigueiro&lt;/a&gt; fui prontamente recebido com amabilidade por Mattias, Laura, Hormiga, sua irmã, Chiro e Seba. La estava novamente de volta ao aconchego dos bosques aos pés das laranjadas Agulhas graníticas em companhia dos amigos, aos quais, como sempre ai, se juntaram a paz de Roger, Guga e Leticia, e posteriormente Dani, Edu e Luana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Turco e Flori de imediato fomos ao sonho da via, a qual com Tomy e Flora estivemos na temporada passada, e ao objetivo Luna na Agulha Cohete Lunar - via de beleza e qualidade indescritível: com contornos de pequenos tetos, dufflers aéreos, placas verticais e com refletes moldados pelo tempo. Seguindo fomos a agulha M2 e Abuelo onde nos encontramos com Hormiga e Chiro que recém abortavam a missão de instalar uma extensa “Highline” entre as Agulhas, devido a condições de vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turco e Flori se foram em busca de seus objetivos - alcançar em bici Cochamo. Fiquei ali com os brasileiros e dias de tormenta se seguiram e deram espaço ao pacífico sonido da neve caindo, acumulando em grande quantidade no acampamento. Dias metidos na choca, de “engorda” ao alto estilo e recheada de ricas iguarias acompanhadas de toros e mariposas, para os quais não faltou disposição para os bate-volta na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim o sol deu as caras e como alucinados estávamos de volta às paredes, sem tomar muito conhecimento dos ventos e o frio patagônicos. Escalamos algumas das melhores vias das Agulhas durante os bons dias que se seguiram: como Apriendendo a Volar, On March Sur La Lune, Bananarama, e reinstalados na cova do Oasis campanille, também logramos as incríveis Descanse em Paz, Fonrouge Bertoncelj, Califa Fossil e Imaginate. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a cabeça feita, espírito realizado e depois de sentir a paz da montanha e toda sua inspiração, estava na hora de ir adiante. Motivacao estas montanhas propiciaram de sobra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta a Bariloche e no Hormigueiro para compartilhar as amizades, agora tambem com a presença de Alejandro e Maria, entre um assado e outro, tambem pude presenciar o erigir da casa inteligente que estão construindo e, me chamou a atenção a isolação de suas paredes a base de fardos de aveia. Tambem pude ajudar um pouco na construção de &lt;a href="http://lamanoalzada.blogspot.com"&gt;forno de barro &lt;/a&gt; custo zero. Aproveitando minha presença na cidade, tambem fui saudar os grandes e queridos amigos Jordi, Mariana e o prestes a vir ao mundo, Gerônimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesar do apego com todos estes lindos corações humanos estava na hora, a muito custo, de buscar o foco e concentração para botar os pés e as rodas nos caminhos da verdadeira vida. Quando vi, estava embarcando ao reinicio físico desta grande empreitada, a ilha da Terra do Fogo e Ushuaia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-4818231715960582610?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/4818231715960582610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/caminho-do-mundo-austral.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4818231715960582610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4818231715960582610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/caminho-do-mundo-austral.html' title='A caminho do mundo austral'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-6385142069136557880</id><published>2010-03-19T13:06:00.003-03:00</published><updated>2010-03-19T23:28:06.421-03:00</updated><title type='text'>De volta as terras patagônicas a ao mundo austral</title><content type='html'>Pessoas queridas que acompanham o blog!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciclo escalada já atinge cerca dos 11.000 km pedalados e recem cheguei a El Calafate. A zona percorrida deste Ushuaia é de uma paisagem estonteante, mais ainda selvagem e áspera para este tipo de viagem, principalmente com relaçao a instabilidade climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente pelo ritmo que vem sendo tocada a empreitada e as passadas de largo nas cidades, e por esta zona ser extremamente turística onde os custos sao abusivos, nao tive acesso a computadores pelo elevado custo, o que pelo momento impossibilita a atualizaçao do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria agradecer a todos que acompanham e que assim que possível estarei subindo novas fotos e postagens de tudo que se passou até aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um forte abraço a todos e nunca se deixem de lavantar quando os barreiras impostas para se alcançar os objetivo de suas vidas le derrubarem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-6385142069136557880?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/6385142069136557880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/de-volta-as-terras-patagonicas-ao-mundo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/6385142069136557880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/6385142069136557880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2010/03/de-volta-as-terras-patagonicas-ao-mundo.html' title='De volta as terras patagônicas a ao mundo austral'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-4927586134806381646</id><published>2009-12-28T12:03:00.007-02:00</published><updated>2009-12-29T01:59:26.674-02:00</updated><title type='text'>De volta ao Brasil!! - Sul do Peru ao Acre através do Lago Titicaca e ruta transoceânica</title><content type='html'>Tudo nesta vida têm porquês. Às vezes, principalmente quando estamos envolvidos com a peleia para a sobrevida na sociedade e que nos desconecta de nossa essência, não nos damos conta da seqüência dos acontecimentos e dos direcionamentos apontados pelo universo. Mas se levamos uma vida simples, desapegada de bens materiais e de buscas ilusórias, em contato profundo com a natureza e acompanhando seu livre fluir, podemos ter o privilégio de nos deparar com os mais belos encantos da vida e duvidar que algo seja mesmo por acaso. Mas nem sempre estamos preparados ou temos serenidade de aceitar ou entender isto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com quase um ano e cerca de 10.000km de jornada através dos mais remotos lugares da cordilheira dos Andes, por Argentina, Chile, Bolívia e Peru, escalando bolders, esportivas e grandes paredes em 23 sítios, ascendendo a grandes montanhas, e ainda e principalmente tendo uma alta autonomia para não dependência das cidades (resultando em cerca de R$3.000 de gastos no período), pude me sentir mais conectado com a Terra, seguir seu tempo e desfrutar melhor disso tudo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Szl6B12RkvI/AAAAAAAAAIc/JDOKcqssY58/s1600-h/mapa-america-sul-ptos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 232px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Szl6B12RkvI/AAAAAAAAAIc/JDOKcqssY58/s320/mapa-america-sul-ptos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5420497798570283762" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já descapitalizado saberia que o pouco dinheiro conseguido não seria suficiente para suportar mais muito tempo minha econômica vida pelas estradas. Somando-se, a saudade de minha terra, da minha gente e a necessidade de compartilhar me levou de volta ao Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um dia de muito calor em La Paz e depois de um mês por aí em Chuquiago Café, me sentia feliz e desprendido para partir. Uma conversa com o casal de ciclistas Nicaraguo-frances, as últimas tarefas no Café, um forte abraço de até breve aos meus queridos amigos, e derrepente, como se fosse comprar pão na esquina, me vi dropando as empinadas ruas que levavam para fora do vale da grande La Paz, arrancando aplausos ou simplesmente despertando a atenção dos pacenhos. O espírito ganhou a motivação que necessitava. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Logo estava disputando um espacinho com as lotações e as milhares de pessoas pelas ruas de El Alto, e sem perceber estava de volta a tranqüilidade do altiplano. O calor se fazia sentir, que junto anunciava a época das chuvas, levando todos os campesinos ao preparo do solo e ao plantio da batata. As noites foram de fortes temporais, mas sempre pude encontrar ou armar um bom abrigo. Beirando o lago Huinaymarcá passei pelos pequenos povoados de Batallas, Huarina, Huatajata, Cocani, Janckoamayo, e cruzando uma larga montanha estava no estreito de Tiquina, diante do tão esperado e incrível lago Titicaca.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Devido a uma manifestação popular a passagem pelo estreito estava bloqueada. O motivo é a construção de uma ponte pleiteada pelo governo, que acabaria com uma das principais fontes de trabalho na localidade. Nessas horas nada melhor que chamar atenção com a grande bici e ter jogo de cintura para convencer o barqueiro da comunidade a te levar com ela no minúsculo e um dos poucos barcos do dia. A água foi entrando dentro do barco e as dezenas de pessoas empilhadas foram ficando assustadas, mas antes que jogassem a negrita no lago a embarcação ancorou do outro lado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Passado o susto, estava subindo uma encosta que me levou a 4.000m snm, 400 metros acima do lago, através de uma estreita crista donde se podia vê-lo dos dois lados. Em decorrência do protesto várias grandes árvores foram derrubadas sobre a estrada, deixando a estrada livre para mim somente. Um bivaque enluarado e estava descendo dentro da turística Copacabana. Custei para conseguir combustível para o fogareiro, mas poucas horas depois estava me despedindo da Bolívia. Um país que tem muito a mostrar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entrar no Peru foi uma mistura de receio com ansiosidade, e já de início me deparei com um povo pouco receptivo e um tanto preconceituoso com o estrangeiro. A paz das estradas ficou para trás, e por alguns dias estive tensamente pedalando em meio aos pouco habilidosos motoristas peruanos. Passei Yunguyo, Pomata, Juli, Pilcuyo, Illave, Acora, Plataria, Chucuito, Puno. Durante todos os dias ao redor do lago Titicaca pude encontrar grupos de cicloviajeiros, em média dois por dia de todas as partes do mundo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nunca havia durante estes 11 meses encontrado tantas pessoas viajando em bici, a maioria com promissoras carreiras já cansadas do ritmo de vida imposto pela sociedade. Apesar de estarem desfrutando a fundo da vida, pude notar como já havia antes, que o objetivo de todos é bem diferente do meu; são os chamados cicloturistas. Com pequenas cargas, um farto cartão de crédito, a idéia de rodar muitos quilômetros ao dia ao longo de carreteiras asfaltadas e conhecer as zonas mais turísticas, muitas vezes perdem de conhecer a essência do país, os lugares mais encantadores e aproveitar o potencial da bicicleta de para ela pode te levar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora sem escapatória se iniciaram as chuvas, me mantendo molhado e com frio durante ininterruptos 15 dias. Quando tudo começava a secar ela despejava novamente. Passando Juliaca saí da zona turística, enfim podendo conhecer o verdadeiro povo peruano, com seu sorriso dourado e amável e de grande prestatividade. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Alcancei a ruta transoceânica, projeto do governo Lula que aqui no Peru sofreu pouca resistência contra os danos advindos de uma grande estrada asfaltada. Já esta em fase final de construção, na qual nos canteiros de obras quase só se escuta o português dos engenheiros brasileiros. Ainda faltam os trechos de montanha mais duros de serem vencidos e as centenas de pontes, o que ainda torna o percurso quase intransitável. Mas é incrível acreditar na magnitude desta construção.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Depois de Juliaca, segui em direção a cordilheira, passando pelas poblações de Azangáro, Progresso, Recreo e Catuyo. O passo de 4.900m snm foi vencido num dia de tempestade de neve ou de muita chuva. Agora era só desfrutar da grande descida que estava por vir até Mazuco, 4.600 m abaixo. Por sorte um grande bolder me abrigou logo após de Macusani. Seguiram-se horas de descenço até que o perfeito asfalto desse lugar as embarradas estradas ou que fosse necessário cruzar os rios com água no joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As áridas montanhas foram ganhando cada vez mais vida e tons de verde. A diversidade de plantas foi crescendo e árvores de porte cada vez maior foram aparecendo. A umidade da floresta tropical foi começando a fazer o corpo transpirar como nunca.  O pequeno rio San Gaban foi demonstrando o enorme vale que esculpiu. Difícil crer que justo aí existe uma estrada. Passei pelos pequenos povoados de Ollachea, Chacaneque, Carmem, Lechemayo em meio a gigantescas montanhas amazônicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dita planície por debaixo esconde um acidentado terreno com subidas e descidas intermináveis. O calor é intenso e incomoda; que saudade do frio!&lt;br /&gt;Atoleiro após atoleiro vou deixando os poucos veículos presos para trás, mas em muitos momentos sou barrado pelas montanhas que desabam sobre as estradas. Os povoados perdidos em meio à floresta não são muito atraentes, com as pessoas dos dentes de oro e seus olhares intimidadores. Muito em decorrência da economia da região, baseada no plantio da coca e muitas vezes no seu refino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo deixo a região montanhosa da Amazônia e entro em uma região por enquanto menos remota e mais civilizada. São alguns dias lutando com o duro clima para passar Mazuco, Chaspi, Puerto Carlos, La Encanada, Los Hormigas, Imambari até chegar Puerto Maldonado, e da aí até a fronteira com o Brasil e Assis Brasil. Ao longo do caminho cada vez menos se pode ver o que foi a floresta amazônica, que cada vez mais se distancia da estrada. Quando o espaço não é ocupado pelo boi ou está abandonado, grandes acampamentos de garimpo de ouro iniciam povoações.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um sorriso largo cruzei a fronteira e estava de volta a minha casa. Não antes de um longo mal entendido com a polícia federal que achou que o leite em pó que eu carregava era cocaína. De sacanagem retiveram todos meus alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação florestal aqui no Brasil parece ser ainda pior que no abandonado Peru, e raramente se vê uma árvore perto da estrada. Mas ao que tudo indica o Acre é um estado florestal e com rigor a cada ano vem reduzindo o índice de desmatamento e melhorando sua situação ambiental.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram por volta das 22 horas quando cheguei a cidade de Rio Branco na casa de meus queridos e velhos amigos do sul Strapa, Ju e Paulão. Foram merecidos dias de descanso, de muita alegria e de comemorações do fim desta primeira etapa da Ciclo escalada Andina. Uma recompensa que valeu por cada gota de suor derramado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo que se passou pelo caminho é de olhar para trás e agradecer imensamente pelo privilégio de ter podido vivenciar tudo de uma foram tão perfeita. Também agradecer a todas as pessoas que direta ou indiretamente acreditaram no sucesso desta empreitada e estavam lá dando seu apoio. São muitos nomes a citar, mas especialmente a Território e Alto Estilo que desde o primeiro momento foram parceiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima etapa já tem data de inicio para janeiro com destino as grandes paredes do sul do planeta, e novamente contará com o apoio da Território e Alto Estilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-9c.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3530822107898395548&amp;site=widget-9c.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3530822107898395548&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-9c.slide.com/p1/3530822107898395548/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3530822107898395548&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-9c.slide.com/p2/3530822107898395548/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3530822107898395548&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-9c.slide.com/p4/3530822107898395548/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-4927586134806381646?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/4927586134806381646/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/12/de-volta-ao-brasil-sul-do-peru-ao-acre.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4927586134806381646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4927586134806381646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/12/de-volta-ao-brasil-sul-do-peru-ao-acre.html' title='De volta ao Brasil!! - Sul do Peru ao Acre através do Lago Titicaca e ruta transoceânica'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Szl6B12RkvI/AAAAAAAAAIc/JDOKcqssY58/s72-c/mapa-america-sul-ptos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-4738015575215612599</id><published>2009-11-10T01:39:00.002-02:00</published><updated>2009-11-10T07:29:34.409-02:00</updated><title type='text'>Pela regiao Paceña</title><content type='html'>Depois de um bom tempo desfrutando da paz e harmonia dos montes e de desoladas regioes do altiplano e cordilheira ocidental boliviana, estava na hora de chegar a cidade e a civilizaçao. Nao que fosse um forte desejo comparado a beleza de sentir no dia a dia o ritmo da vida e de toda sua essência proporcionados pelas ausência do descompasso causado da sociedade humana. Mas sim por uma causa um pouco oculta, resultado desta dependência social de nossa espécie.&lt;br /&gt;Mas as cidades, principalmente as grandes, sempre tem muitas coisas interessantes para mostrar e ensinar justamente sobre esta toda relaçao social que temos. É onde se pode e se obriga a participar da relaçao comercial e adquirir todos os bens de consumo que se necessita, entre alimentos, reparos para bicicleta, energia elétrica. É onde se se pode conhecer pessoas das mais variadas origens, com as mais diferentes idéias e costumes. Tambénm onde se pode aprender muito sobre o país, sua gente, sua cultura, política, história. Também onde se pode encontrar pessoas de afinidade e irmaos de alma.&lt;br /&gt;E a grande e incrível cidade de La Paz se mostrou um poço de riqueza nestes e em muitos outros aspectos. &lt;br /&gt;Para começar a cidade ocupa uma posiçao geográfica de deixar qualquer um de boca aberta. Cheguei pelo sul da cidade vindo do altiplano a cerca de 4.200m de altitude, vendo de longe grandes montanhas brancas se tornando cada vez maiores. De repente se inicia uma aglomaraçao urbana extremamante caótica, inacreditável para um sul americano do sul. Milhares de buzinas ao mesmo tempo, gente e carros e as milhares de vans de transporte se atropelando por todo lado em meio a vendedores que negociam tudo que se possa imaginar, de animais a oferendas. &lt;br /&gt;Logo se cruza El Alto e se depara com dá de cara com um vale gigantesco e a cidade inteira de La Paz metida aí. Sao 600m de down hill para cair dentro da cidade a cerca de 3.600m snm. Isso se nao quiser ir para a zona sul, 600m mais abaixo. A altitude que dá pra ser vista na cara dos turistas mareados que acabam de baixar dos avioes. Se acima já era caótico, imagina quando grande parte dos que vivem lá vem para a cidade em busca de ganhar a vida. Uma boa experiência para manejar bicicleta carregada disputando um espacinho onde nem mais autos cabem.&lt;br /&gt;Lutando um pouco com as ladeiras, cheguei ao ponto de encontro dos ciclistas viajeiros que por aqui passam, Chuquiago café e a casa de Cristian e Luisa. Fui recebido por eles de braços abertos e com o maior carinho e atençao, e em quando vi já tinha um lugar para dormir, tomar um banho e descansar. Justo coincidiu de ser uma fase de passagem dos cicloviajeiros de todos os cantos, com quem pude compartilhar horas de boas conversas, histórias e vivências, e aprender muito sobre muitas coisas. Sintonia de pensamentos e formas de encarar a vida, um incentivo para nunca mais deixar de viver intensamente. Austríaco, suíços, suéco, uruguaio, espanhol, estados unidenses, colombiano, franceses, alemaes, costa riquenhos, britânico, de lugares distantes e com amesma forma de pensar. &lt;br /&gt;Como é importante compartilhar e o quanto isso nos alimenta. Com alguns a relaçao foi mais intensa a amizade se tornou eterna. Nao só entre os cicloviajeiros, como &lt;a href="http://www.joergersvelotour.ch/"&gt;Pius, Magrit&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.namaste-abhyasa.blogspot.com/"&gt;Pablo&lt;/a&gt;, Cristobal, Camilo, Jamn, &lt;a href="http://www.scutisorex.se/"&gt;Dani&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://suramericaencleta.com/"&gt;Wagner e Luara&lt;/a&gt; e vários outros, mas também com os amigos escaladores paceños Dani, Joaquim e Toshi, com as amáveis pessoas do café, Critian, Luisa, Marta e Huascar, com o grande Gus e Blanca que mais preocupado que eu deixou a negrita afiada, e muitas outras verdadeiras pessoas.&lt;br /&gt;m cerca de 1 mês que estive pude desfrutar de uma maneira única da cidade, dos amigos, e da beleza incrível desta regiao boliviana. Quando nao estava trabalhando e me divertindo ajudando na loucura que se tornava o café nas horas de pico, tratava de pegar minha mochila com os equipos e ir escalar um pouco com os amigos no belo sítio de escalada no sul de La Paz, &lt;a href="http://escaladaenbolivia.blogspot.com/"&gt;Aranjuez&lt;/a&gt;, que conta com mais de cen vias de todas as graduaçoes, algumas de ótima qualidade no exigente conglomerado.&lt;br /&gt;Também pude conhecer uma regiao de beleza inigualável e estar em contato com meu ambiente de origem, a floresta tropical. Durante cinco dias fiz uma caminho com a bici carregada pouco convencional. &lt;br /&gt;Subi 1.300m de desnível até cruzar a cordilheira real, descendo com um pouco de custo, muita bateçao e muito empurrar o caminho pré-colombiano Del Choro, trecking em meio as montanhas para ser feito a pé, que desce 4000m de desnível em três dias. Incrível ver como um caminho de séculos pode resistir ao tempo, incrível a engenharia dos construtores. Por sorte Negrita resistiu ao impacto desta trilha, e dando meia volta ao pé do outro lado da cordilheira real, iniciamos o caminho de volta, subindo a abandonada e encantadora ruta de la muerte, point mundial do down hill. Num total de 12 horas vencemos com muita alegria os 3.600m de desnível, um grande e duro desafio para ter certeza do poder de nossa mente. Mais 1.000m de baixada e estava no centro da conturbada La Paz novamente.&lt;br /&gt;Mais uns dias de trabalho e estava saindo para a próxima investida, subir o nevado e majestoso Huayna Potosi com seus 6.088m snm. Desta vez A alema Christina quis me acompanhar e junto foi. Sem perder o prazer fiz a aproximaçao até o campo base em bici, mais de 1.100m acima do centro da cidade de La Paz, uma viagem um pouco dura mas de incrível beleza. Nos juntamos aí no fim de tarde e nevava um pouco. Mesmo com tempo mal decidimos subir ao campo alto, a 5.200m snm, e depois de um longo agradecimento por tudo que tenho recebido e um pedido de licença, em duas horas estávamos armando acampamento. Choveu e nevou durante a noite, mas às 1 hr da manha um lindo céu se abriu. Hora de se preparar, desayunar e parti pra cima para aproveitar o bom gelo. Iniciamos caminhando com a lua iluminando o glaciar, que por nao ser conhecido por nós custou a ter seu labirinto de gretas inicial ultrapassado. Logo a luz do dia apareceu e revelou um ambiente mágico. Havia um céu azul impressionate e o dia estava muito calmo. Alcançamos o cume por volta das 10 hrs a manha, junto com uma nevasca. Tratamos de desescalar rápido a crista de rocha e gelo final e depois de saltar as dezenas de gretas do caminho, em 3 hrs estávamos de volta ao acampamento alto. Acabamos ficando por aí digerindo a sensaçao incrível de ter subido esta montanha única, para no outro dia baixar de volta a La Paz, sempre em companhia da fiel escudeira Negrita.  &lt;br /&gt;Depois desta empreitada e de ter realizado e alimentado de uma forma muito linda os desejos do espírito, estava na hora se botar o pé na estrada de novo sentido norte. O desejo de conhecer e realizar lindas escaladas graníticas na cordilheira Quimsa Cruz e na base de Huayna Potosi ficou para a próxima.&lt;br /&gt;Com a especial atençao de Gus, mecânico de Gravity e grande amigo, mais preocupado com Negrita do que eu, pudemos deixá-la impacável como poucas vezes esteve durante esta viagem.     &lt;br /&gt;Alimentado das mais puras energias e muito realizado com tudo que a estadia na na incrível Bolívia e em La Paz proporciou, chegou a hora de conhecer algo novo, um novo país, uma nova história. Peru aí vamos nós!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-36.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3314649325780781110&amp;site=widget-36.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3314649325780781110&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-36.slide.com/p1/3314649325780781110/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3314649325780781110&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-36.slide.com/p2/3314649325780781110/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3314649325780781110&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-36.slide.com/p4/3314649325780781110/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-4738015575215612599?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/4738015575215612599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/11/pela-regiao-pacena.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4738015575215612599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4738015575215612599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/11/pela-regiao-pacena.html' title='Pela regiao Paceña'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-2797248302665137414</id><published>2009-10-16T18:15:00.003-03:00</published><updated>2009-10-16T18:32:32.051-03:00</updated><title type='text'>Ciclo escalada chega ao norte da cordilheira boliviana</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Stjj3AdVC1I/AAAAAAAAAH0/lnUnR3ry0pI/s1600-h/MapaLaPaz.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 203px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Stjj3AdVC1I/AAAAAAAAAH0/lnUnR3ry0pI/s320/MapaLaPaz.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393311087931493202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A cicloescalada vem avançando continuamente e com alegria através desta cadeia de montanhas que se demonstra cada vez mais impressionante. Desde janeiro de 2009 foram pedalados cerca de 8.000 km pelas mais remotas rutas da Argentina, Chile e Bolívia, que levaram as mais belas e selvagens paisagens deste planeta, onde até o momento em 20 sítios, foi possível desfrutar de muitas distintas e incríveis escaladas. (A linha vermelha no mapa ao lado ilustra o trajeto percorrido e os pontos verdes os sítios de escalada visitados.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver diariamente em harmonia com a mais pura natureza estando no mais íntimo contato, e podendo apreciar as suas mais diversas expressoes, é um previlégio que alimenta a alma e nos ensina um pouco sobre quem somos e onde estamos, e mostra verdadeiros sentidos da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de simplicidade e autônomia com que vêm sendo conduzida esta experiência a torna mais dura, mas também enriquece e aprofunda esta vivência, que se passa a dar muito mais com a natureza do que com a sociedade. A foto abaixo ilustra a logística empregada e a grande quantidade de viveres necessários.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/StjllJDskzI/AAAAAAAAAH8/j-t1ODJPqJk/s1600-h/DSC00463.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/StjllJDskzI/AAAAAAAAAH8/j-t1ODJPqJk/s320/DSC00463.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393312980025512754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cicloescalada agora está de descanso em La Paz, adquirindo energias para os próximos passos, entre visitas aos sítios de escaladas da regiao e descobertas de um novo país, o grande Peru. Hasta la próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-2797248302665137414?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/2797248302665137414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/ciclo-escalada-chega-ao-norte-da.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/2797248302665137414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/2797248302665137414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/ciclo-escalada-chega-ao-norte-da.html' title='Ciclo escalada chega ao norte da cordilheira boliviana'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Stjj3AdVC1I/AAAAAAAAAH0/lnUnR3ry0pI/s72-c/MapaLaPaz.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-5225445698879099144</id><published>2009-10-15T22:16:00.002-03:00</published><updated>2009-10-16T04:40:08.838-03:00</updated><title type='text'>Oruro - lugar de escaladas e grandes montanhas</title><content type='html'>Enfim cheguei a uma regiao mais urbanizada da Bolívia, em Carahuara de Carangas, onde foi possível conseguir uma variedade de alimentos um pouco maior para me manter no bom sítio de escalada da zona. Muito melhor do que poder se alimentar um pouco melhor foi encontrar bons novos amigos, os franceses Lionel e Véronique, que recém começavam uma viagem com o mesmo objetivo da minha, conhecer lugares remotos, escalar nos sítios de escalada e subir montanhas nevadas, e como nao poderia deixar de ser carregar uma carga tremenda.&lt;br /&gt;Nos juntamos no povoado e por vários dias compartimos felizes momentos. Em pouco estávamos sacando as coisas dos alforges e começando a escalar. Durante dois dias estivémos motivados a full, escalando cerca de 10 lindas rutas na incrível rocha vulcânica, entre 5º e 7c+. Infelizmente os militares que atuam na regiao usam a área para treinamento, pichando, sujando e tirando parte do encanto deste belo sítio. Durante os dias que estivémos aí a chuva esteve presente e coloriu o céu, mas nao nos impediu de estar colgados, e por sorte tivemos disponível o que foi uma das melhores moradas desses tempos, uma grande e confortável gruta.    &lt;br /&gt;Logo partimos todos juntos a Chacunpulco, mais um sítio de escalada de bolders a cerca de 40 km de Curahuara de Carangas em direçao ao Chile. Aí um mar de rochas vulcânicas esculpidas pelo tempo forma um paraíso para escaladores. Durante dois dias, a 4.200m snm, fizemos muita força provando projetos e tentando novas linhas.&lt;br /&gt;De cabeça feita parti para o próximo passo junto com meus novos amigos, tentar a ascençao dos grandes avuelos, os nevados Sajama, a maior montanha da Bolívia com 6.542m snm, e do Parinacota com seus 6.340m snm, usando a bici para aproximaçao.     &lt;br /&gt;Acabei me desencontrando do casal e fui solo ao Sajama chegando em três horas ao campo base. Me sentindo bem, decidi fazer um ataque daí direto ao cume, sem passar uma noite no campo alto para aclimataçao. A ascençao através das íngrimes vertentes arenosas foi dura, mas logo estava acima dos 6.000m, onde começou a parte técnica da escalada. Depois de passar uma parede de rochas podres, cheguei ao gelo e as esperadas penitentes, que formavam degrais ou cascatas de gelo de cerca de 2 metros de altura. Passando uma a uma fui avançando até o momento em que se abriram formando profundas e perigosas gretas. Já estando tarde e se tratando de terreno perigoso, juntando com minha pouca experiência neste ambiente, decidi sabiamente baixar a 200 metros do cume. Em 2 horas estava novamente no campo base a salvo vendo os últimos raios de sol do dia banhando esta montanha impressionante, agradecendo pela profunda interaçao que me proporcinou.&lt;br /&gt;Baixei do campo base e fui relaxar nas águas termais abeixo de um céu forrado de estrelas. Já descansado e reunido com meus amigos, partimos para o próximo desafio, a aproximaçao e ascençao do nevado e negro Parinacota.&lt;br /&gt;Nos custou vencer os areiais até o campo base, e decidimos seguir a pé. Ao final do dia já esgotados, armamos nosso campo base a cerca 4.800m snm. As três da madrugada iluminados pela lua minguante, iniciamos a caminhar cruzando ao escuro alguns vales. Quando chegamos ao campo alto e o sol começou a nos fornecer calor, Véronique começou a se sentir mal e tiveram que descer. Novamente segui em solitário, vencendo os zig-zags e os areiais intermináveis e as penitentes, e as 13 hrs da tarde, já esgotado e sentindo dores de cabeça, atingi a cratera e o cume deste grande vulcao. Realizado era hora de retornar o longo caminho, e às 8 hrs da noite, completamente esgotado depois de 17 horas de atividade, estava de volta onde havia deixado a bicicleta, onde em meio ao forte vento, com sede, fome e feliz, em segundos estava metido no saco dormindo.&lt;br /&gt;Uma experiência surreal que alimentou a alma e o espírito. O que restou foi agradecer aos grandes avuelos por terem permitido uma interaçao tao profunda.&lt;br /&gt;Realizado era hora de enfrentar o próximo desafio, muito mais duro que estar na natureza selvagem, encarar La Paz, a louca capital da Bolívia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-73.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543664210547&amp;site=widget-73.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664210547&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/p1/3098476543664210547/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664210547&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/p2/3098476543664210547/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664210547&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/m/3098476543664210547/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664210547&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-73.slide.com/p4/3098476543664210547/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-5225445698879099144?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/5225445698879099144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/oruro-lugar-de-escaladas-e-grandes.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5225445698879099144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5225445698879099144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/oruro-lugar-de-escaladas-e-grandes.html' title='Oruro - lugar de escaladas e grandes montanhas'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-5563596919480699774</id><published>2009-10-15T15:24:00.003-03:00</published><updated>2010-01-11T12:01:40.367-02:00</updated><title type='text'>Travessia do encantador Altiplano Boliviano</title><content type='html'>Enfim cruzei a frontera da tao esperada Bolívia, país distinto, onde certamente tudo mudaria. Depois de já mais de 2 meses acima dos 3600m snm, com exceçao de Sao Pedro do Atacama, retornei aos cerca de 4000m depois de cruzar o passo de Hito Cajon.&lt;br /&gt;Adentrei por uma das regioes mais desérticas e selvagens deste país, onde logo fui recebido cordialmente pelo guarda-parque da Reserva de Fauna Andina Eduardo Avaroa. Além de aproveitar para descansar um pouco na sede da Reserva, daí foi possível fazer um ataque a montanha que vem acompanhando meu caminho durante muito tempo, o grande vulcao Lincancahur. Em 12 horas de atividade em solitário, me aproximando em bici e encarando a inexplorada crista sul, recebi o permisso de cheguar ao seu cume de 5.930 m snm, e desfrutar de uma das paisagens mais incríveis de toda viagem.    &lt;br /&gt;Segui adiante ao norte, encarando o que se revelou em uma das partes mais duras da cicloescalada, empurrando a bici através de intermináveis areiais à até 4900m snm e lutando com nevascas atípicas, além de uma logística de água para vários dias. Mas fui recompensado pelas mais incríveis paisagens, das lagunas altiplânicas com suas cores que variam do branco ao verde e vermelho repletas de flamingos, das montanhas laranjadas, do salar do Chalviri e suas águas termais, dos geisers em atividade, das formaçoes geológicas incríveis. Infelizmente a Reserva nao conta com eficiente sistema de fiscalizaçao, necessário para adequar os prejudiciais safaris turísticos dos 4X4.&lt;br /&gt;Depois de muitos dias lutando com as dificuldades impostas pelo meio, enfim cheguei em mais uma zona de escalada, o incrível Valle de las Rocas, um mar de rochas vulcânicas que se extende por mais de 10 km e forma um paraíso de para escalada de bolders. Já sem mantimentos nao pude escalar muito e me dirigi enfim para a civilizaçao boliviana.  &lt;br /&gt;Foi aí que comecei a me deparar com o que é a Bolívia e o boliviano. País muito distinto dos outros visitados até entao, que resiste ou nao acompanha o capitalismo e o avançado processo de globalizaçao que ja toma conta do mundo. Pouco existem produtos industrializados, mas dos alimentos produzidos na zona cálida, quase nada chega ao altiplano, que se alimentam somente a base do que produzem, raramente algo além de quinoa, papas e carne de llama, muito adaptados aí. Mas por trás de um mercado inocente, uma rica cultura foi cada vez mais se revelando. &lt;br /&gt;Foi um incrível contraste conhecer uma cultura que resiste até hoje a colonizaçao, seja cultivando de sua forma suas sementes e seus alimentos que le deram vitalidade desde o princípio, seja falando seus idiomas originais como Quechua e Aymaraia. &lt;br /&gt;É lindo de ver as mulheres paradas como duendes em meio ao altiplano, com suas roupas coloridas, seus tradicionais chapeuzinhos de onde saem longas tranças, e quase sempre com um pedaço de pele de llama produzindo fios. Esboçam sempre um sorriso e falam meia duzia de palavras em seus idiomas; o que resta é sorrir de novo.&lt;br /&gt;Segui por pequenos poblitos raramente com mais de 500 habitantes, de gente muito amavel e com as piores estradas do mundo, San Augustin, San Juan, San Martim, Chuvica. Cruzei o impressinante salar do Uyuni, onde pela terceira vez me perdi em meio ao mar branco e tive que fazer mais de 100 km para corrigir a rota. Por aqui nao existem placas indicativas e muitas vezes as coordenadas que consigo no gps estao erradas. Aprendi, seguir a intuicao é melhor que nada. Muitas vezes o caminho tem somente uma leve marca antiga de camionete ou um rastro de bici, e quando pensa que esta no caminho certo, este divide em 3 ou 4. Outro mundo, que ainda está distante do ocidente.&lt;br /&gt;Depois do Uyuni e de dormir na linda isla incahuasi, dormindo em grutas ou nos campos abaixo dos céus mais estrelados que já vi, cheguei a Tohua e dando a volta num lindo vulcao cheguei a Salinas de Garci Mendoza. De aí a cidade fantasma de Concepçao de Belén às beras do salar de Ollague, depois Chipaya, Escara, Huahacalla, Opoqueri, Pomata e a amável Turco, e depois de um lindo caminho repleto de lindas escaladas de bolders, cheguei a Curahuara de Carangas, próximo sítio de escalada a se conhecer. Nesta cidade se consegui perceber pela primeira vez os traços da cultura ocidental, que acaba com tudo o que é de origem dos povos antigos que aqui viviam.&lt;br /&gt;Bolívia é um país especial, onde além de suas incríveis belezas naturais é possível refletir para onde a sociedade está se encaminhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-c8.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543664172488&amp;site=widget-c8.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664172488&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c8.slide.com/p1/3098476543664172488/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664172488&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c8.slide.com/p2/3098476543664172488/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664172488&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c8.slide.com/m/3098476543664172488/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664172488&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c8.slide.com/p4/3098476543664172488/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-5563596919480699774?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/5563596919480699774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/travessia-do-encantador-altiplano.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5563596919480699774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5563596919480699774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/travessia-do-encantador-altiplano.html' title='Travessia do encantador Altiplano Boliviano'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-4350267973636372827</id><published>2009-10-14T19:37:00.004-03:00</published><updated>2009-10-14T23:21:38.819-03:00</updated><title type='text'>Cruzo ao atacama chileno - a escalar!</title><content type='html'>Se iniciou uma nova fase da ciclo escalada, onde retornei ao modo antigo, seguindo o caminho fisicamente em solitário. A motivaçao que havia se ido retornou, e foi fundamental para enfrentar vários dias seguidos de fortes ventos e completa solidao ao cruzar o passo sico em direçao a Chile, onde atingi mais de 4800m snm. &lt;br /&gt;Depois de 5 dias sem nenhuma presença humana, enfim cheguei a esperada Quebrada Nascimento, próxima a Socaire. Por sorte pude encontrar e compartilhar bons dias com os novos amigos de Santiago, entre escaladas e uma ida a Reserva Nacional de los Flamencos e suas lagunas altiplânicas Miñique e Miscanti.&lt;br /&gt;Meus parceiros se foram, e por mais dois dias pude aproveitar um pouco do grande potencial da quebrada como zona de escalada, entre bolders e escaladas em solitário.&lt;br /&gt;Chegou o momento de voltar a civilizaçao, e aproveitando o já desconhecido asfalto pude chegar rapidamente a turística Sao Pedro do Atacama. Aí meu destino se cruzou com o da família dos queridos amigos Marcelo, Yuen e do pequeno Noah. Juntos fomos escalar na quebrada de Toconao, boas rutas desportivas e pequenas e perigosas fissuras. &lt;br /&gt;Antes de me despedir dos meus novos irmaos, fui conhecer os belos lugares turísticos da regiao, a piedra de la coca e o valle de la luna. Abastecido de boas energias, segui carretera adiante sentido passo jama, e depois de subir quase 2000 m de altitude guardado pelo belo vulcao Lincancahur, entrei na Bolívia em Hito Cajon. Momento a tempo esperado, novo país, novas experiências.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-e8.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543664072424&amp;site=widget-e8.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664072424&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-e8.slide.com/p1/3098476543664072424/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664072424&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-e8.slide.com/p2/3098476543664072424/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664072424&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-e8.slide.com/m/3098476543664072424/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543664072424&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-e8.slide.com/p4/3098476543664072424/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-4350267973636372827?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/4350267973636372827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/cruzo-ao-atacama-chileno-escalar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4350267973636372827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/4350267973636372827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/cruzo-ao-atacama-chileno-escalar.html' title='Cruzo ao atacama chileno - a escalar!'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-6918488936991313917</id><published>2009-10-14T15:26:00.006-03:00</published><updated>2009-10-14T19:32:54.884-03:00</updated><title type='text'>Norte da Argentina pela ruta mais alta das américas até o vale de Tuggzle</title><content type='html'>Foi nesta etapa da ciclo escalada onde nos deparamos com grandes desafios impostos pela vida. Partimos da regiao dos mais ricos vinhos argentinos, Cafayate, e pela desértica ruta 40 rumamos em direçao ao que todos dizem ser o passo em carretera mais alto das américas. &lt;br /&gt;Através do Valle Calchaqui, onde o isolamento preserva a autêntica e colorida cultura antiga, encontramos paisagens incríveis esculpidas pelo drástico clima. Passamos pelos povoados de Cachi e La Poma, a partir de onde começamos uma batalha física, mental e espiritual de alguns dias até atingir a plenitude, no passo de Abra Acay, onde diferente do que diz o cartel, chegamos a 4.960 m snm.&lt;br /&gt;Iluminados pelo lindo entardecer baixamos até Santo Antônio de Los Cobres, e de aí um bate volta até Salta, a compartilhar filosofias com nossos novos amigos artesanos. &lt;br /&gt;De volta a Los Cobres, desgastados e sofrendo com a altitude, fomos ao próximo destino de escalada, o remoto vale formado pelo vulcao Tuggzle. As lavas vulcânicas hoje se transformaram em um paraíso de bolders, e os tremores abriram lindas fissuras, onde durante alguns dias pudemos desfrutar de desoxigenadas escaladas, revezadas com banhos nas termas e tratamento do furúnculo que quase atravessou a perna de Turco. Também aos pés do grande vulcao aproveitamos a oferendar nossa grande mae e agradecer por tudo.&lt;br /&gt;Um pouco desmotivados seguimos à diante em direçao ao Chile, através de um atalho sobre areiais a mais de 4.800m snm e que derrepente se terminou. Sem caminho e com muito custo conseguimos descer ao fundo do vale. &lt;br /&gt;Foi neste momento que o meu destino se separou do do meu hermano, que seguiu sua intuiçao e foi ao encontro de sua felicidade. Foram mais de 2 meses e milhares de quilômetros de parceria, compartilhando sensaçoes únicas e que nos ensinou muito sobre o espírito humano. Gracias hermanito e seguimos na conexao.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-f2.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3026418949626109682&amp;site=widget-f2.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3026418949626109682&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-f2.slide.com/p1/3026418949626109682/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3026418949626109682&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-f2.slide.com/p2/3026418949626109682/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3026418949626109682&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-f2.slide.com/m/3026418949626109682/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3026418949626109682&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-f2.slide.com/p4/3026418949626109682/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-6918488936991313917?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/6918488936991313917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/norte-da-argentina-pela-ruta-mais-alta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/6918488936991313917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/6918488936991313917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/10/norte-da-argentina-pela-ruta-mais-alta.html' title='Norte da Argentina pela ruta mais alta das américas até o vale de Tuggzle'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-5552523120760961034</id><published>2009-08-12T18:43:00.005-03:00</published><updated>2009-08-12T19:20:59.986-03:00</updated><title type='text'>Ciclo escalada atinge mais de 6000 km percorridos e 14 sitios de escalada visitados</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SoM68O9VJbI/AAAAAAAAAHc/mn7kY69oWzg/s1600-h/MAPA+CON+PUNTOS+san+antonio.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 198px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SoM68O9VJbI/AAAAAAAAAHc/mn7kY69oWzg/s320/MAPA+CON+PUNTOS+san+antonio.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369199987237660082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sentindo o coracao cada vez bater mais forte, a alma fazer os pelos se arrepiarem e o espirito se tornar cada vaz mais leve, a Cicloescalada pela Cordilheira dos Andes caminha com alegria e energia total rumo ao norte.&lt;br /&gt;Ja foram percorridos mais de 6000 km em pura bicicleta pelos mais impressionantes e duros caminhos cordilheranos, sendo visitados 14 sitios de escalada em rocha. &lt;br /&gt;Vivendo entre vales e montanhas e diante dos mais drasticos fatores ambientais, encontramos a harmonia da natureza e desfrutamos das mais belas paisagens do nosso planeta, desde a Patagonia sulina, passando por oito provincias Argentinas e 7 Regioes chilenas. A linha vermelha no mapa ao lado demonstra o largo caminho recorrido, atraves dos interminaveis sobes e desces, como os da vida.  &lt;br /&gt;Estivemos em alguns dos mais incriveis sitios de escalada tradicional e desportiva do mundo, realizando as mais lindas acenssoes e nos conectando profundamente com os motivos que realizam e apaixonam a alma humana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-5552523120760961034?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/5552523120760961034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/ciclo-escalada-atinge-mais-de-6000-km.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5552523120760961034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5552523120760961034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/ciclo-escalada-atinge-mais-de-6000-km.html' title='Ciclo escalada atinge mais de 6000 km percorridos e 14 sitios de escalada visitados'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SoM68O9VJbI/AAAAAAAAAHc/mn7kY69oWzg/s72-c/MAPA+CON+PUNTOS+san+antonio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-7602255498724688803</id><published>2009-08-12T18:26:00.001-03:00</published><updated>2009-08-12T18:27:52.539-03:00</updated><title type='text'>As belezas da Pre cordilheira atraves das provincias de San Juan, Catamarca, Tucumam e Salta</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-eb.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543657506283&amp;site=widget-eb.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657506283&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-eb.slide.com/p1/3098476543657506283/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657506283&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-eb.slide.com/p2/3098476543657506283/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657506283&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-eb.slide.com/m/3098476543657506283/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657506283&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-eb.slide.com/p4/3098476543657506283/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-7602255498724688803?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/7602255498724688803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/as-belezas-da-pre-cordilheira-atraves.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7602255498724688803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7602255498724688803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/as-belezas-da-pre-cordilheira-atraves.html' title='As belezas da Pre cordilheira atraves das provincias de San Juan, Catamarca, Tucumam e Salta'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-5051076715437440227</id><published>2009-08-12T18:07:00.001-03:00</published><updated>2009-08-12T18:09:22.039-03:00</updated><title type='text'>Lindas e perfeitas escaladas pela Regiao de San Juan</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-0a.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543657504266&amp;site=widget-0a.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657504266&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-0a.slide.com/p1/3098476543657504266/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657504266&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-0a.slide.com/p2/3098476543657504266/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657504266&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-0a.slide.com/m/3098476543657504266/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657504266&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-0a.slide.com/p4/3098476543657504266/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-5051076715437440227?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/5051076715437440227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/lindas-e-perfeitas-escaladas-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5051076715437440227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5051076715437440227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/lindas-e-perfeitas-escaladas-pela.html' title='Lindas e perfeitas escaladas pela Regiao de San Juan'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-7479278798043760812</id><published>2009-08-12T16:56:00.002-03:00</published><updated>2009-08-12T17:00:12.771-03:00</updated><title type='text'>Vamos Escalaaaaar - Regiao de Santiago, Chile  e Los Arenales, Argentina</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-23.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543657498659&amp;site=widget-23.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657498659&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-23.slide.com/p1/3098476543657498659/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657498659&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-23.slide.com/p2/3098476543657498659/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657498659&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-23.slide.com/m/3098476543657498659/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657498659&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-23.slide.com/p4/3098476543657498659/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-7479278798043760812?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/7479278798043760812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/vamos-escalaaaaar-regiao-de-santiago.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7479278798043760812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7479278798043760812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/vamos-escalaaaaar-regiao-de-santiago.html' title='Vamos Escalaaaaar - Regiao de Santiago, Chile  e Los Arenales, Argentina'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-5978406335583888654</id><published>2009-08-12T16:28:00.000-03:00</published><updated>2009-08-12T16:29:47.779-03:00</updated><title type='text'>Travessia de 5 regiones de Chile hasta Santiago - Inicio de uma nova fase</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-c6.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543657496262&amp;site=widget-c6.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:426px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657496262&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c6.slide.com/p1/3098476543657496262/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657496262&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c6.slide.com/p2/3098476543657496262/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657496262&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c6.slide.com/m/3098476543657496262/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657496262&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-c6.slide.com/p4/3098476543657496262/h5_t017_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-5978406335583888654?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/5978406335583888654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/travessia-de-5-regiones-de-chile-hasta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5978406335583888654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/5978406335583888654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/travessia-de-5-regiones-de-chile-hasta.html' title='Travessia de 5 regiones de Chile hasta Santiago - Inicio de uma nova fase'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-7033445386482339027</id><published>2009-08-12T15:59:00.002-03:00</published><updated>2009-08-12T16:04:55.337-03:00</updated><title type='text'>Neuquem, Region de Los Lagos e das Araucarias, Agulhas Frey e Valle Cochamo</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;embed src="http://widget-8c.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=h5&amp;il=1&amp;channel=3098476543657493132&amp;site=widget-8c.slide.com" style="width:450px;height:450px" name="flashticker" align="middle"/&gt;&lt;div style="width:450px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657493132&amp;map=1" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/p1/3098476543657493132/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657493132&amp;map=2" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/p2/3098476543657493132/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657493132&amp;map=E" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/m/3098476543657493132/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide9_1.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.slide.com/pivot?cy=h5&amp;at=un&amp;id=3098476543657493132&amp;map=F" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://widget-8c.slide.com/p4/3098476543657493132/h5_t001_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-7033445386482339027?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/7033445386482339027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/neuquem-region-de-los-lagos-e-das.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7033445386482339027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7033445386482339027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/08/neuquem-region-de-los-lagos-e-das.html' title='Neuquem, Region de Los Lagos e das Araucarias, Agulhas Frey e Valle Cochamo'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-1188280762842636484</id><published>2009-07-01T15:54:00.025-03:00</published><updated>2009-07-01T20:42:25.064-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos'/><title type='text'>CICLO-ESCALADA ANDINA</title><content type='html'>Depois de percorrido toda a extensao do rio bio bio inserido na cordilheira dos andes, passando pelo vulcao Callaqui, e depois de alguns dias de muita chuva e muita lama, estava enfim no próximo setor de escalada, em Antuco. O mal clima impediu a realizacao do que pretendia fezer na regiao, entre escalar em alguns sitios e subir algumas montanhas nevadas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvTLXlQSVI/AAAAAAAAAEE/kHxUQzbSKW0/s1600-h/P5170313.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvTLXlQSVI/AAAAAAAAAEE/kHxUQzbSKW0/s320/P5170313.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353604774322260306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui para o próximo destino, o Valle do rio Maule e dos Condores. Novamente o clima atingiu severamente a regiao, impedindo a aproximacao devida a grande quantidade de neve acumulada. Mudei um pouco a programacao, passei pelo Parque Nacional das Palmas de Cocalan e me dirigi para Santiago, onde também me fui encontrar Turco, que apartir de entao passaria a me acompanhar na empreitada. De Santiago fomos conhecer os sitios de escalada mais clássicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro fomos escalar os negativos conglomerados de Las Chilcas, em meio a uma bela paisagem desértica. O potencial deste lugar é imenso, e escalamos durante 2 dias 16 fortes e belas vias esportivas, entre 6° a 8° grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvcPp2Y8lI/AAAAAAAAAEU/VOT4yRSSHQU/s1600-h/P6030393.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvcPp2Y8lI/AAAAAAAAAEU/VOT4yRSSHQU/s320/P6030393.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353614743550095954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvVbCjrnqI/AAAAAAAAAEM/yWHUGQeRS8o/s1600-h/P6030399.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvVbCjrnqI/AAAAAAAAAEM/yWHUGQeRS8o/s320/P6030399.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353607242579680930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;De Las Chilcas nos dirigimos para o Cajon do rio Maipo, lugar de extrema beleza em meio a cordilheira. No cerro Sao Gabriel realizamos a escalada da uma bela via tradicional, a Colombianos (7b), onde desfrutamos das perfeitas fissuras graníticas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvcsjWkUII/AAAAAAAAAEc/J1zgJB1Px0w/s1600-h/P6060550.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvcsjWkUII/AAAAAAAAAEc/J1zgJB1Px0w/s320/P6060550.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353615240022216834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvjDysEP1I/AAAAAAAAAFU/iBKR_LFdM2M/s1600-h/DSCF1537.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvjDysEP1I/AAAAAAAAAFU/iBKR_LFdM2M/s320/DSCF1537.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353622236345679698" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkveRnpzI-I/AAAAAAAAAEk/F8jUpDjnOCA/s1600-h/P6060534.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkveRnpzI-I/AAAAAAAAAEk/F8jUpDjnOCA/s320/P6060534.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353616976343409634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois de 1 dia realizando esta escalada retornamos para Santiago e enfim nos dirigimos para o norte e para a Argentina, depois de ja estar 3 meses no Chile e ter cruzado 9 províncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de nos dirigirmos as altitudes do passo, passamos pela Cuesta Chacabulco, onde estivemos um dia escalando 8 lindas vias no basalto da regiao, entre 6° a 9° grau.&lt;br /&gt;Ja nos aclimatando com as subidas, cruzamos a cuesta e finalmente comecamos a subir a cordilheira para cruza-la para o outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvfM3VScxI/AAAAAAAAAEs/Wxx1ml69gsw/s1600-h/P6100086.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvfM3VScxI/AAAAAAAAAEs/Wxx1ml69gsw/s320/P6100086.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353617994164630290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvf3VBfHXI/AAAAAAAAAE0/Q6C4a4fO5hg/s1600-h/DSCF1782.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvf3VBfHXI/AAAAAAAAAE0/Q6C4a4fO5hg/s320/DSCF1782.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353618723689143666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvhQcelGyI/AAAAAAAAAE8/VVy23C3Zknc/s1600-h/DSCF1832.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvhQcelGyI/AAAAAAAAAE8/VVy23C3Zknc/s320/DSCF1832.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353620254698576674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tardamos dois dias para subir os intermináveis caracóis e atingir cerca de 3800 m snm&lt;br /&gt;no passo Cristo Redentor. Novamente estava na Argentina e uma longa e preciosa baixada nos fez avancar rápido, mesmo com a neve e baixa temperatura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkviRxAEgoI/AAAAAAAAAFM/sLlhnm49VOA/s1600-h/DSCF1953.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkviRxAEgoI/AAAAAAAAAFM/sLlhnm49VOA/s320/DSCF1953.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353621376899252866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvh7WvupLI/AAAAAAAAAFE/wi_LGnPGMjI/s1600-h/DSCF1899.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvh7WvupLI/AAAAAAAAAFE/wi_LGnPGMjI/s320/DSCF1899.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353620991894267058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a Uspallata e novamente tivemos que cruzar a cordilheira a quase 3000 m de altitude, baixado pelo outro lado pelo interminável caracol das 400 curvas de Vilavicenzio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvjn5b4-QI/AAAAAAAAAFc/XBON37QE1ko/s1600-h/DSCF2060.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvjn5b4-QI/AAAAAAAAAFc/XBON37QE1ko/s320/DSCF2060.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353622856632170754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Finalmente chegamos a Mendoza, onde encontramos grande novos amigos e super buena onda. Daí partimos para um dos maiores objetivos da viajem, escalar em Los Arenales, e nesta época, em invernal. Subimos ao refugio a 2800 mm snm em meio a nevascas, e enfim nos abrigamos num lugar magnifico, em meio a altas montanhas nevadas a agulhas de granito.  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvkBiu9_tI/AAAAAAAAAFk/nTDIxApk6DY/s1600-h/DSCF2177.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvkBiu9_tI/AAAAAAAAAFk/nTDIxApk6DY/s320/DSCF2177.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353623297214774994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvlRCwTsII/AAAAAAAAAFs/m_80hDH4HYM/s1600-h/DSCF2191.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvlRCwTsII/AAAAAAAAAFs/m_80hDH4HYM/s320/DSCF2191.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353624663019991170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvmK00jnDI/AAAAAAAAAF0/XfN6Lwh_4A8/s1600-h/DSCF2196.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvmK00jnDI/AAAAAAAAAF0/XfN6Lwh_4A8/s320/DSCF2196.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353625655712128050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante 5 dias, com temperaturas baixissimas e vento forte pudemos desfrutar das mais incríveis escaladas, nas agulhas El Fraile, Campanille, Cohete Lunar e Pared de Mitria. Realizados voltamos a Mandoza. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvqXHspVfI/AAAAAAAAAGM/7XXiQ8vJ_H8/s1600-h/DSCF2244.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvqXHspVfI/AAAAAAAAAGM/7XXiQ8vJ_H8/s320/DSCF2244.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353630264984163826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvpfKsP8OI/AAAAAAAAAGE/PdKy3IiUoZc/s1600-h/DSCF2220.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvpfKsP8OI/AAAAAAAAAGE/PdKy3IiUoZc/s320/DSCF2220.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353629303715131618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvniCLA4xI/AAAAAAAAAF8/E72L7J7gU6A/s1600-h/P6260618.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 239px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvniCLA4xI/AAAAAAAAAF8/E72L7J7gU6A/s320/P6260618.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353627153944601362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvx4xZzxuI/AAAAAAAAAGk/PyFrAOx4Z9A/s1600-h/DSCF2249.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvx4xZzxuI/AAAAAAAAAGk/PyFrAOx4Z9A/s320/DSCF2249.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353638539696522978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvz9VcYFMI/AAAAAAAAAG8/PA29l2UqESU/s1600-h/DSCF2323.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvz9VcYFMI/AAAAAAAAAG8/PA29l2UqESU/s320/DSCF2323.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353640817113699522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvzZBgRX1I/AAAAAAAAAG0/x8ji859Umig/s1600-h/DSCF2312.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvzZBgRX1I/AAAAAAAAAG0/x8ji859Umig/s320/DSCF2312.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353640193286037330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvy7lsXD0I/AAAAAAAAAGs/GGVyIQH08Y0/s1600-h/DSCF2291.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Skvy7lsXD0I/AAAAAAAAAGs/GGVyIQH08Y0/s320/DSCF2291.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353639687604342594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizes e Fortes, partimos agora para o Norte, a enfrentar mais um pouco de cordilheira e a conhecer os sitios de escaladas na regiao de San Juan.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-1188280762842636484?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/1188280762842636484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/07/ciclo-escalada-andina.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/1188280762842636484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/1188280762842636484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/07/ciclo-escalada-andina.html' title='CICLO-ESCALADA ANDINA'/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/SkvTLXlQSVI/AAAAAAAAAEE/kHxUQzbSKW0/s72-c/P5170313.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5828790408433792550.post-7895890938193425984</id><published>2009-06-08T22:31:00.017-03:00</published><updated>2009-06-09T00:46:06.331-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Viajar de bicicleta por si só já é uma experiência rica e reveladora, envolvendo corpo, mente, alma, espírito e coracao em busca de um objetivo único, o conhecimento. Desde o conhecimento da geografia física e humana dos lugares até do próprio ser que a realiza.Quando a uma viagem como esta se acrescenta uma dose de objetivos extras, como percorrer lugares remotos, com pouco recurso econômico e ainda escalar montanhas por rocha e gelo, esta experiência pode se tornar muito mais dura, porém muito mais profunda e valiosa.Foi isso que decidi fazer por um período de minha vida. Juntando os equipos, o mínimo para poder subsistir, muita disposicao e objetivo fixo, montei na bicicleta com destino a cordilheira dos andes, com a idéia de percorrer grande parte de sua extensao, do sul do Chile e Argentina ao norte do Peru, buscando os lugares mais remotos e incríveis possíveis e escalando nos principias sítios ao longo do percurso.Iniciando a jornada em companhia do Rodrigo Xarope, o primeiro grande desafio depois de sair da capital Buenos Aires, foi cruzar a pampa ou deserto argentino, onde os fatores físicos, como grande variaçao climática, vendavais constantes e ausência de água, dificultam a sobrevivência de qualquer ser. Sobre as intermináveis retas nos custou muito vencer os ventos contrários, que algumas vezes deviam chegar a mais de 70 km/h. O calor que nos fazia suar frio e custou-nos beber a agua salobra quando havia. Aprendemos muito sobre a regiao, sua geologia, vegetacao e como quem aí está faz para sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3VGliWcQI/AAAAAAAAAAw/tHaCV1Abo0E/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 138px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3VGliWcQI/AAAAAAAAAAw/tHaCV1Abo0E/s320/1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345162641890767106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fugir dos fortes ventos acabamos nos dirigindo para noroeste, ao inverso do planejado, acelerando nosso encontro com a desejada cordilheira dos andes e a Patagonia argentina. Assim trocamos as paisagens desérticas insólidas pelo relevo montanhoso que foi ganhando cada vez mais vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3WXgfInXI/AAAAAAAAAA4/PgwOSUcGfqw/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 138px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3WXgfInXI/AAAAAAAAAA4/PgwOSUcGfqw/s320/2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345164032104504690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos na regiao das araucarias, onde seus lindos bosques mesclados a campos de colihues e arenales, formam uma linda paisagem. Depois de boas pendentes para cruzar o passo PinoHachado, entramos no Chile pela primeira vez, baixando a toda a cordilheira para oeste. Tornamos a subila e a cruzala no outro dia, voltando para Argentina atraves do passo Icalma e entrando na preciosa regiao de los lagos, regiao composta de um complexo lagunar impressionante, com mais de sete lagos rodeados de altas montanhas e bosques de enormes Coihues, protegidos pelos Parques Nacionais Lanin e Nahuel Huapi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3XDYe01dI/AAAAAAAAABA/5mxYMTmKDyQ/s1600-h/3.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3XDYe01dI/AAAAAAAAABA/5mxYMTmKDyQ/s320/3.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345164785869968850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim chegamos a bela capital dos esportes de aventura, Bariloche, para iniciar nossas empreitadas pelas montanhas e matar nossa gana de escalar, além de nos encontrarmos com nossos grandes amigos brasileiros, Tomy, Flora, Chiquinho e Raquel, com quem previamente combinamos. Acabamos por juntos nos ir a escalar em Cochamó no Chile, onde desfrutamos ao meu ver, do mais incrível e completo ambiente para escaladas da América do sul, com rica natureza, perfeitas vias e com a especial recepçao dos amigos locais Dani, Silvina e Zen. Nos poucos dias em que estivémos lá e que o clima nos permitiu, escalamos cerca de 10 vias, entre tradicionais e esportivas, de até 500 metros e 5.12d.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3XXQk1D_I/AAAAAAAAABI/tn39D32EGWY/s1600-h/5"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 314px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3XXQk1D_I/AAAAAAAAABI/tn39D32EGWY/s320/5" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345165127345049586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ordem do destino, meu parceiro retornou para o Brasil, e nós retornamos ao ponto de encontro, Bariloche. Junto com Tomy e Flora partimos para outro preciso setor, subindo as montanhas onde se encontram as agulhas Frey e realizando diversas e lindas escaladas. Eles retornaram ao Brasil e segui por mais alguns dias escalando com o amigo barilochense Cordobês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3Xp7EyM7I/AAAAAAAAABQ/g1iX4pylBhw/s1600-h/6"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 263px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3Xp7EyM7I/AAAAAAAAABQ/g1iX4pylBhw/s320/6" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345165447991014322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retornei a cidade e depois de um tempo em companhia dos queridos novos amigos barilochenses, segui com a atividade ciclistica. A partir deste momento segui a viagem em solitário e com maior rusticidade, dispondo somente de um nylon para me proteger e lenha para cozinhar. Passei pelo cerro Tronador e cruzei o lindo Parque Nacional los Alerces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3YAEnCDxI/AAAAAAAAABY/6e04O_ycmRo/s1600-h/7"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3YAEnCDxI/AAAAAAAAABY/6e04O_ycmRo/s320/7" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345165828507701010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo estava cruzando a cordilheira e entrando novamente no Chile pelo passo Futalleufú, descendo o precioso rio de mesmo nome em direçao a carretera austral, onde prontamente fui recebido por seu drástico clima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3YjL5R1rI/AAAAAAAAABg/D6nkLqi8tEQ/s1600-h/8"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 181px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3YjL5R1rI/AAAAAAAAABg/D6nkLqi8tEQ/s320/8" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345166431758702258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscando um pouco mais de comodidade segui em fuga da chuva para o norte, passando pelos destroços do que um dia foi a cidade de Chaitén, varrida pela erupçao de um vulcao. Muito me custou cruzar esta regiao, mas depois de um abençoado encontro com amigos brasileiros o problema se resolveu e estava novamente rumando para Cochamó. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3YxoC1KHI/AAAAAAAAABo/wiXRsLG0Djg/s1600-h/9"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 181px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3YxoC1KHI/AAAAAAAAABo/wiXRsLG0Djg/s320/9" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345166679833127026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo estava novamente no precioso valle cochamó em busca de realizar me mais um pouco com as inacreditáveis escaladas. Com as intermináveis tempestadaes a temporada por aí se terminou, mas sendo possível aproveitar a última janela para acender ao cume do cerro Trinidad. Felizmente estava abrigado pelos amigos Dani, Silvina e Zanón no aconchegante refúgio, em companhia também de verdadeiros amigos. Junto com o companheiro Turco, ajudamos a seguir trabalhando em melhorias no refúgio cochamó, posibilitando também uma capitalizaçao economica para prosseguimento da expediçao.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3ZMx01sFI/AAAAAAAAABw/m3WeXmwS7v4/s1600-h/9.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 291px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3ZMx01sFI/AAAAAAAAABw/m3WeXmwS7v4/s320/9.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345167146315264082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente chegou a hora de partir e me separar de maravillosa convivencia. Sempre costeando ou através da cordilheira, muitas vezes por duros caminhos, iniciei a percorrer a regiao dos lagos e vulcoes chilenos, passando inicialmente pelo Parque Nacional Vicente Perez Rosales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3Zg36ZMrI/AAAAAAAAAB4/wECO6CZ8dCY/s1600-h/10.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 181px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3Zg36ZMrI/AAAAAAAAAB4/wECO6CZ8dCY/s320/10.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345167491546559154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo estava no acolhedor povoado de Llifén, novamente num setor de escalada. Na companhia dos amigos Nacho e Heidi, pudemos desfrutar de boas escaladas basálticas, escalando boas rutas desportivas e ainda abrindo nova ruta em tradicional num belo diedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3ZvL5s_EI/AAAAAAAAACA/6P4MgqSWW5w/s1600-h/11.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 277px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3ZvL5s_EI/AAAAAAAAACA/6P4MgqSWW5w/s320/11.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345167737430539330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chuva chegou e a escalada terminou, e segui adiante para atravessar a remota Reserva Hilo Hilo. Impossibilitado de cruzar um rio tive que fazer um desvio, onde pela primeira vez vi meus dias se tornarem intermináveis. Depois de solucionado o problema, e enfrentar uma infinidade de subidas e descidas, através de florestas de Coiuhes e Araucárias, estava no glaciar aos pés do vulcao Villarrica, no Parque Nacional que recebe seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De aí baixei tudo novamente, para enfim chegar a cidade de Pucón e ao próximo setor de escaladas, Cerduo. Na companhia de novos amigos pude conhecer um pouco deste lugar e do seu grande potencial. Aproveitando minha estada, realizei a caminhada até o alto do vulcao Villarrica, de onde se tem uma espetacular a ampla vista desta terra de vulcoes, lagos e florestas, por onde havia passado e por onde haveria de passar, pura e interminável cordilheira dos andes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3aAbHCscI/AAAAAAAAACI/6LbUeOW16P0/s1600-h/12.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 318px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3aAbHCscI/AAAAAAAAACI/6LbUeOW16P0/s320/12.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345168033570795970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de atravessar centenas de quilometros da regiao de los lagos pelas mais retiradas rutas, cheguei ao Parque Nacional Conguillio. Pelo motivo da erupçao do vulcao Llaima, nao pude cruza lo, sendo forçado a seguir um caminho ainda mais isolado, que se mostrou maravilhoso e gelado, através da Reserva Nacional China Muerta e da Reserva Indígenda Quinquén. Cruzado seus bosques de araucárias e altiplanos de arenosos, estava na cidade de Lonquimay, de onde partia a próxima travessia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3aSI6039I/AAAAAAAAACQ/e1eC0QMhxYY/s1600-h/13.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 181px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3aSI6039I/AAAAAAAAACQ/e1eC0QMhxYY/s320/13.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345168337925365714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensado ter finalizado as duras travessias, por caminhos que muitas vezes deixam de existir, ainda me restava o que se tornou mais uma grande provaçao, seguindo outro desolado caminho ao longo do rio Biobio. O microclima regional em combinacao com a forte frente fria, fez que as temperaturas caissem bem abaixo de zero, e os dias variassem entre chuva e neve, demonstrando o que o frio pode fazer com um lugar .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3audWB36I/AAAAAAAAACY/MCQ7vev4XoA/s1600-h/14.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 181px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3audWB36I/AAAAAAAAACY/MCQ7vev4XoA/s320/14.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345168824444510114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo para rio Maule e valle dos Condores…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta viagem contou com o apoio de Território e Alto Estilo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5828790408433792550-7895890938193425984?l=rudiadventure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rudiadventure.blogspot.com/feeds/7895890938193425984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/06/viajar-de-bicicleta-por-si-so-ja-e-uma.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7895890938193425984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5828790408433792550/posts/default/7895890938193425984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rudiadventure.blogspot.com/2009/06/viajar-de-bicicleta-por-si-so-ja-e-uma.html' title=''/><author><name>Ruddy</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08081455098093740708</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/St4-5rzjm0I/AAAAAAAAAIE/1DHZuoQZsi0/S220/DSCF2233.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WZBTX06l1D4/Si3VGliWcQI/AAAAAAAAAAw/tHaCV1Abo0E/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
